terça-feira, 27 de outubro de 2009

Desenvolvimento Sustentável do Espírito

Enquanto a humanidade, de forma global, começa a cumprir a profecia de Jesus ("Os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo...” - Lc 21.26), e cenas apocalípticas surgem na área financeira ("Ai! Ai da grande cidade... [Nova York, Londres, Paris, Tóquio, Hong Kong, São Paulo etc.] porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas [Trilhões de dólares evaporaram das Bolsas em todo o mundo em poucas horas!]” - Ap 18.16,17), que tipo de atitude devemos ter diante do início de um novo ano, o ano de 2009?
Deus prometeu abalar tudo o que pudesse ser abalado (Hb 12.26-29). Portanto não devemos dar ouvidos às vozes que querem nos consolar dizendo que a situação não vai se agravar. Tempestades negras estão se avolumando no horizonte, e somente aqueles que tiverem firmes alicerces na Rocha eterna conseguirão permanecer firmes, inabaláveis.
“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mt 24.35). “Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 Jo 2.17). Assim como Abraão, que tomava uma providência prioritária em todo lugar onde acampava – edificava um altar ao Senhor para não perder a comunicação com o quartel-general - , nós também precisamos ter a prioridade máxima de estabelecer vias de comunicação com Deus. Somente aqueles que ouvem e obedecem à voz de Deus suportarão, firmes, as provações que virão sobre o mundo.
Dê atenção ao seu espírito
Recentemente, durante um período de comunhão, um irmão comentou que precisamos conhecer melhor nosso espírito. Conhecemos muito bem as necessidades, as dores e os desejos do corpo e convivemos constantemente com os sentimentos, as motivações e as reflexões da alma – mas quantos conhecem a voz do próprio espírito? Por ser algo mais invisível e intangível, muitas vezes o espírito também passa a ser inaudível. Na conferência a três, as vozes estridentes do corpo e da alma fazem calar o sussurro do espírito. Até mesmo na criação dos filhos, tomamos o máximo de cuidado com o corpo, correndo para o hospital ao menor sinal de problema, e com o desenvolvimento intelectual e emocional da alma, colocando-os nas melhores escolas e cursos, enquanto a nutrição e o crescimento do espírito costumam ser deixados em último plano.
Nestes dias de crescente e justificável preocupação ecológica, tem-se popularizado muito o uso do termo “desenvolvimento sustentável”. Para aqueles que não estão tão antenados com a preservação do planeta, é uma expressão que descreve a estratégia que visa conciliar a produtividade econômica com a conservação do meio ambiente. Por exemplo, em vez de desmatar indiscriminadamente a floresta para plantar soja ou milho, a sugestão é desenvolver culturas que produzam alimento no meio das árvores. Dessa forma, haveria sustento para as populações necessitadas, e o meio ambiente também seria respeitado.
Quando meu amigo falou sobre a necessidade de cultivarmos melhor a vida espiritual, essa expressão ecológica logo me veio à mente. Muitas pessoas pensam que é impossível desenvolver uma vida espiritual em meio à correria e às pressões do dia-a-dia de uma grande cidade em pleno século 21. Elas acham que, se alguém deseja realmente tornar-se “espiritual”, é necessário retirar-se das grandes cidades para um lugar bem quieto no interior, parar de estudar e trabalhar secularmente e dedicar-se por completo ao estudo da Bíblia e à oração e ao jejum. Seria a mesma atitude de um ativista ecológico radical que prefere preservar o mico-leão-dourado a matar a fome de centenas de seres humanos. Já os capitalistas selvagens querem destruir o planeta para produzir mais riquezas. No nível espiritual, correspondem aos cristãos contemporâneos, para os quais basta freqüentar as reuniões das igrejas aos domingos a fim de garantir a salvação – enquanto continuam na mesma correria desenfreada dos não-cristãos atrás de dinheiro e diversão ao longo da semana.
Penso que, assim como o “desenvolvimento sustentável” procura uma terceira via entre os dois extremos na esfera ambiental, o “desenvolvimento sustentável do espírito” apresenta um terceiro caminho para trilharmos na vida espiritual. Não precisamos ser reclusos superespirituais, mas também não precisamos ser cristãos materialistas. Como diz Henri Nouwen no livro Espaço para Deus (um livro que, mais do que qualquer outro, tem exercido grande impacto sobre a minha vida):
Jesus não reage ao nosso estilo de vida cheio de preocupação dizendo que não deveríamos estar tão ocupados com afazeres terrenos... Nem sugere que nos afastemos de nossos envolvimentos para viver vidas calmas, tranqüilas e retiradas das lutas do mundo... Jesus não quer de forma alguma que deixemos nosso mundo de muitas facetas. Antes, quer que vivamos nele, mas firmemente arraigados no centro de todas as coisas. Jesus não fala sobre uma mudança de atividades, uma mudança de contatos, ou até uma mudança de ritmo. Ele fala sobre uma mudança de coração (cap. 2, págs. 16 e 17).
Essa mudança de centro começa com a conversão, mas continua com a manutenção de um espaço e de um tempo exclusivos para Deus na rotina diária. Assim como reservamos certo tempo para higiene e alimentação e gastamos horas voltadas ao intelecto e ao lazer, também precisamos dedicar tempo para desenvolver o espírito a fim de afinar os ouvidos e ouvir a voz de Deus. Aliás, essa deveria ser a atividade mais importante de nossa vida. Somente depois de cuidar disso é que se deve dar atenção às outras necessidades. Desenvolvimento sustentável do espírito significa poder ouvir e obedecer à voz de Deus sem abandonar as outras atividades naturais. No meio da floresta de atividades seculares, é possível desenvolver uma plantação produtiva de paz, alegria, amor e tantos outros frutos do Espírito.
O segredo da espiritualidade
Ficamos muito admirados com as grandes vitórias e testemunhos dos heróis da fé. Contudo, se olharmos atentamente para a fonte de seus sucessos, sempre encontraremos a prática do devocional, que consiste no tempo passado na presença do Senhor em oração e meditação na Palavra. Podemos pensar em Daniel, fortemente pressionado pelas necessidades do dia-a-dia administrativo de um grande império. Qual era o segredo de sua força? Diariamente, mesmo longe de sua terra e sem templo ou altar, ele entrava “em sua casa, no seu quarto em cima, onde estavam abertas as janelas que davam para o lado de Jerusalém; e três vezes no dia se punha de joelhos e orava, e dava graças diante do seu Deus” (Dn 6.10).
E quanto a Jesus, o Filho de Deus, a Palavra encarnada? Certamente, ele não tinha necessidade dessa disciplina de oração diária! Será que não tinha uma “linha direta” com o céu que o liberasse de uma disciplina tão “humana”? Entretanto, não é o que se vê, muitas vezes, nos evangelhos: “De madrugada, ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava” (Mc 1.35).
Não é possível viver a vida cristã sem contato diário com Deus. Assim como um destacamento do exército não precisa só de armas e munição mas, em primeiro lugar, de radiocomunicação com o quartel-general para não correr o perigo de atacar os próprios companheiros por engano ou se distanciar demais dos outros destacamentos, nós também não podemos saber como agir em meio ao tiroteio do dia-a-dia sem as orientações precisas do nosso Comandante Supremo. O único motivo por que geralmente não temos tal hábito e não encontramos tempo ou força de vontade para manter essa disciplina é a maldita autoconfiança. Pensamos que podemos nos virar bem com a própria experiência, sabedoria e estratégias. Por isso, apenas quando as coisas começam a sair do controle, e entramos em pânico, achamos o tempo e o desespero para orar e clamar por socorro. Confiamos nos recursos da alma e perdemos a chance de viver no Espírito.
Para enfrentar os dias escuros que virão, precisaremos de muito mais do que os recursos da alma. Não teremos condições de discernir o espírito de engano que vem sobre a Terra se o nosso espírito não estiver bem afinado com o Espírito Santo, o Espírito da verdade. Não conseguiremos resistir às tentações sem a graça diária proveniente da leitura da Palavra e da oração. Não saberemos como trabalhar, onde morar, que decisões tomar sem as sábias orientações do Consolador. A melhor estratégia que você pode adotar para o ano de 2009 é levantar um altar diário de comunhão com Deus. Muitas vezes, você não ouvirá a voz de Deus, mas o fato de erguer o altar e oferecer um sacrifício diário tornará seu espírito disponível para Deus, manterá as vias de comunicação abertas e permitirá que seus pés fiquem firmes sobre a rocha mesmo em meio à tempestade.
A pergunta-chave da entrevista final
Nesse contexto, quero destacar uma dica indispensável. Qualquer pessoa séria que deseja desenvolver um hábito saudável ou desvencilhar-se de um vício ou hábito nocivo sabe que precisa de um grupo de apoio. Para isso, existem os Vigilantes do Peso, os Alcoólatras Anônimos etc. Nesse caso também, é de suma importância que tal pessoa procure outros irmãos e amigos que sintam a mesma dificuldade e, assim, possam ajudá-la a manter-se firme na disciplina. Essa deveria ser a função primordial da igreja! Infelizmente, a maioria das igrejas não exerce tal função hoje. Geralmente, nutrem a mentalidade de que basta ser fiel nas reuniões. Porém, quando chegarmos à presença de Deus, ele não nos perguntará em quantas reuniões estivemos ou quantas vezes oramos e lemos a Bíblia. Ele estará interessado em uma única coisa: se nos conhece, e se nós o conhecemos.
Nas parábolas de Jesus sobre os momentos dramáticos da entrevista final que decidirá nosso destino eterno, quando ele despacha alguém, sempre diz: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim...” (Mt 7.21-23; Mt 25.12; Jo 17.3). Deus só se interessa em que as pessoas o conheçam e andem com ele. No fim, nosso “eletrocardiograma” dirá se passamos os dias ouvindo a voz de Deus e lhe obedecendo ou se seguimos os próprios desejos. Portanto, a igreja deveria ser o grupo de apoio que ajuda, incentiva, exorta e repreende até que todos comecem a encontrar-se com Deus individualmente e realmente conhecê-lo.
Deus não receberá manadas no último dia. Ele desejará ver-nos face a face, pessoalmente. E a questão fundamental, o divisor de águas, será se ele nos conhece ou não, se andamos com ele ou não, se nossa vida foi compartilhada com ele ou não.
Portanto, diante do exposto, o que você me diz? Quais são os planos para 2009? Quais são seus temores e medos? Quais são seus sonhos e anseios? Quais são suas expectativas? Você está no centro da vontade de Deus para sua vida? Está ouvindo a voz de Deus com instruções personalizadas? Está obedecendo às ordens de Deus? Você tem-se encontrado com Deus? Sente alegria, ânimo, paz e graça da parte de Deus energizando seu dia-a-dia? Você tem irmãos e amigos com quem compartilha derrotas e vitórias e que lhe desafiam a andar mais perto de Jesus? Se suas respostas não lhe trazem satisfação, preste atenção aos seguintes versículos:
“Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; pois todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á” (Lc 11.9,10).
“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).
“Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus. Por isso, não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Ef 5.15-17).
por Harold Walker


revista impacto

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Qual A Nossa Maior Necessidade?

Para Refletir...

"Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:33).

"Se nossa maior necessidade fosse de informação,
Deus teria enviado um pedagogo.
Se nossa maior necessidade fosse de tecnologia,
Deus teria enviado um cientista.
Se nossa maior necessidade fosse de entretenimento,
Deus teria enviado um artista.
Se nossa maior necessidade fosse de dinheiro,
Deus teria enviado um economista.
MAS como NOSSA MAIOR NECESSIDADE era de PERDÃO,
DEUS ENVIOU Um SALVADOR."

O que julgamos ser a nossa maior necessidade? Onde a temos buscado? Temos nos aplicado, com afinco, nessa busca?

Todos nós desejamos ser felizes. Lutamos com determinação pelos nossos ideais. Nenhuma batalha será dura demais se o propósito é alcançar a felicidade.

Trabalhamos muito para ganhar bastante dinheiro. O dinheiro nos tornará felizes... será? Vamos a jogos, participamos de festas, procuramos nos divertir o máximo possível. O divertimento nos tornará felizes... será?

O nosso grande problema é buscar sempre as consequências da felicidade sem nos preocupar com a fonte desta mesma felicidade. Gastamos nosso tempo com as "demais coisas" sem levar em consideração o "em primeiro lugar".

Cristo é a felicidade. Com Ele no coração, tudo o mais nos tornará felizes. Se temos ou não dinheiro, seremos felizes. Se vamos ou não a festas, seremos felizes. A felicidade não está nas demais coisas e sim no Senhor que transforma todos os nossos dias em verdadeira e total alegria.

Qual a sua maior necessidade? Alegria? Amor? Prosperidade? Vida abundante? Salvação? Tudo isso você pode encontrar em Jesus Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Ele é a fonte de toda felicidade.

Fonte: Ministério Para Refletir
Viva a vida com Jesus. Abração.
Luiz Claudio (Ministério Somos Um)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Tudo para Jesus!

Tudo para Jesus!

--------------------------------------------------------------------------------

Por Revista Impacto

John Walker (25/07/1922 – 29/01/2007)


No dia 29 de janeiro de 2007, de forma súbita e inesperada, John Walker, 84 anos, partiu para estar com o Senhor, a quem serviu com muita paixão e intensidade durante quase 60 anos. Deixou sua esposa, Ruth, 89 anos, seis filhos, 20 netos e 5 bisnetos (e mais uma bisneta a caminho!).


John Walker não era uma pessoa comum. Era impossível enquadrá-lo em qualquer padrão conhecido, tentar rotulá-lo ou prever suas atitudes ou reações. Em muitas ocasiões, afirmou que tinha somente um propósito na vida: servir ao Senhor Jesus e cumprir integralmente o seu chamado nesta Terra.


Uma parte central do seu chamado e da sua paixão era retornar, na prática, à vida simples e poderosa dos discípulos primitivos de Jesus, despojando-se de doutrinas e institucionalismos humanos e redescobrindo a essência do evangelho da graça.


A marca do inconformismo e da busca intensa pela verdade marcou sua vida desde o nascimento. Apesar de ter nascido numa família de classe média nos Estados Unidos, desde cedo se sentia muito mal ao ver pobreza e necessidade lado a lado com riqueza e desperdício.


Sua conversão se deu através de um outro profeta inconformado do século XVII, na Inglaterra, George Fox. Pouco depois, a visão da igreja primitiva em Atos 2.42 o fez buscar algo que não via nas igrejas ao seu redor.


Um dos focos mais importantes da sua vida e ao qual dedicou grande parte do seu tempo e energia foi a sua família. Foi principalmente por causa do desejo de criar seus seis filhos num ambiente onde não seriam sugados pelo materialismo e acomodação da sociedade norte-americana que decidiu vir para o Brasil em 1964. Foi em conjunto com seus filhos que seu ministério alcançou maior produtividade e alcance.


Durante os quase 43 anos que viveu no Brasil, deixou uma marca profunda, não só na família imediata, mas também em incontáveis outras pessoas, através do ministério de literatura, de seminários e do convívio pessoal em Rubiataba, no interior de Goiás, e em Jundiaí, SP (perto de vinte anos em cada local).


Seu grande anseio era praticar o que vira com tanta clareza na Palavra, a verdadeira comunhão com Jesus e uns com os outros, e contribuir para a plena manifestação de Jesus no meio da sua igreja, em preparação para a Segunda Vinda do Senhor.


Mesmo nos últimos anos, apesar de várias lutas, frustrações e da impossibilidade de levar mais adiante sua missão, sua paixão e interesse na causa de Deus não diminuíram. Jamais quis “aposentar-se” nem se acomodar àquilo que já alcançara pela graça de Deus.


No início de 2005, no meio de um processo muito doloroso de angústia e isolamento, Deus enviou-lhe, de forma clara e soberana, um pastor de uma das comunidades locais (José Carlos Marion do CCC – Centro Comunitário Cristão) para oferecer-lhe o apoio, consolo e compreensão do Corpo de Cristo. Este processo de vinculação e aceitação consumou-se em 14 de janeiro de 2007, num culto em que John e Ruth foram oficialmente recebidos como parte daquela congregação.


No dia 29 de janeiro, durante as duas horas anteriores à sua morte, três dos seus filhos e dois pastores do CCC estiveram com ele em comunhão e oração, ocasião em que puderam ouvir suas últimas palavras. Havia planos para que John pudesse passar aos líderes em formação algo do seu encargo espiritual; ele, entretanto, sentindo o efeito das muitas lutas e angústias dos últimos anos, manifestou seu desejo de ir para junto do Senhor.


Dentro de meia hora, após o final dessa reunião, ele partiu, assim como havia pedido ao Senhor, rapidamente e sem necessidade de passar por qualquer processo de internação ou sofrimento. Não ficou dúvida alguma de que o Mestre a quem entregara todos os seus caminhos e a quem servira com todas as suas forças ouvira seu clamor e o tomara para junto de si.





Algumas características marcantes de sua vida e testemunho:





· Durante os 43 anos em que viveu no Brasil, embora sentisse momentos de grande saudade de seu país de origem, de sua língua e cultura, não voltou uma vez sequer para lá;


· Viveu um estilo de vida próprio, baseado em princípios de simplicidade (casa, móveis, roupas, carro, alimentação – sempre o mais simples e o menos dispendioso possível) e mordomia (gerenciamento de tempo e dinheiro para evitar desperdício e luxo desnecessários);


· Embora nunca tivesse muito dinheiro, o que tinha sempre era compartilhado com famílias necessitadas, viúvas e órfãos; além disso, sempre havia órfãos ou pessoas sem apoio familiar morando em sua casa;


· Manteve uma posição de fé em relação à saúde de sua família ao longo dos anos; durante todos os anos da criação dos filhos, nunca precisou recorrer a tratamentos médicos;


· Desde os primeiros anos do casamento, por iniciativa de sua esposa Ruth, instituiu o culto doméstico diário, que continuou até o final de sua vida: leitura da Bíblia toda em seqüência, de capa a capa, e oração;


· Envolvia-se profundamente com pessoas individuais, sentindo seus dramas e procurando ajudar com tudo que podia – indiferentemente de quem eram ou do potencial social ou espiritual que representavam.





Fatos Mais Importantes de Sua Vida:





· Nasceu em 25 de julho de 1922 em São Francisco, Califórnia, EUA.


· Converteu-se em fevereiro de 1947, através da leitura dos diários de George Fox, fundador do movimento conhecido como Quakers, na Inglaterra, no século XVII.


· Casou-se em 2 de agosto de 1947, com Ruth A. Walker, em uma cerimônia simples (dos Quakers), na qual trocaram votos matrimoniais.


· Em janeiro de 1953, batizou-se nas águas, junto com Ruth, em uma igreja Assembléia de Deus.


· Recebeu o Espírito Santo em fevereiro de 1953, na Assembléia de Deus em Santa Cruz, Califórnia.


· Em 1956, vendeu sua chácara em Bloomington e mudou-se para Los Angeles para trabalhar, por 5 anos, no ministério Herald of His Coming (“O Arauto da Sua Vinda”), com os fundadores W. C. Moore e sua esposa Sarah.


· Em 1959, leu um artigo sobre a região do planalto central brasileiro onde seria construída uma nova capital, Brasília. Despertou-se nele o espírito pioneiro de seus ancestrais, o que o fez tomar a decisão de mudar-se com sua família para o Brasil.


· Veio com toda a família para o Brasil em 4 de fevereiro de 1964, e morou em Lagoa Santa, Minas Gerais, por 4 anos.


· Em janeiro de 1968, mudou-se para Rubiataba, Goiás. Desde o princípio, sua visão havia sido estabelecer-se na região central do Brasil.


· No início dos anos 70, iniciou, com a ajuda dos filhos, um ministério de literatura duplicando, num mimeógrafo a álcool, estudos bíblicos sobre lei e graça no capítulo 3 de Gálatas. Depois, utilizando um mimeógrafo a tinta e posteriormente uma pequena impressora off-set, vieram os livretos “A Igreja Verdadeira e a Igreja Falsa” (10/72), “O Segredo da Igreja Gloriosa”(10/73), “Paternidade” (9/75), o impactante “A Patrola de Deus” (2/76), de Bob Mumford, e “Procuram-se Sacerdotes” (3/76), de Derek Prince.


· A partir de 1979, junto com seus filhos Harold e Christopher, realizou seminários da Palavra, com duração média de 15 dias, em Rubiataba, GO, com participação de cerca de 50 pessoas de toda parte do Brasil, duas vezes por ano, até 1982.


· Baseadas nas palestras que ministrou nestes seminários e também em séries de estudos bíblicos na igreja em Rubiataba, várias séries de livretos e apostilas foram elaboradas: “A Restauração da Palavra”, “O Espírito da Palavra no Evangelho de Lucas”, “Visão Profética”, “Visão Panorâmica da Bíblia”, “Um Estudo Microscópico de Efésios”, “As Sete Alianças” e “As Nove Divisões da Bíblia”. Posteriormente, com a ajuda de Elenir Eller Cordeiro e Harold Walker, foram publicados os livros “Sete Princípios para a Formação da Família Cristã”, “A Igreja do Século XX – a História que não foi Contada” e “Minha Jornada Espiritual” (uma pequena autobiografia que ressalta os principais eventos espirituais de sua vida).


· Mudou-se para Jundiaí, SP, em 1986, acompanhado por Harold e família.


· Em 1987, surgiu a Escola Cristã de Jundiaí, inspirada no curso “Sete Princípios para Formação da Família Cristã”, ministrado para casais da comunidade. É uma escola de ensino pré-escolar e fundamental, baseado em princípios cristãos de formação de caráter, que existe até hoje.


· Em 1994, voltou a morar em Rubiataba, GO, por um ano e meio.


· Em 30 de outubro de 1995, mudou-se novamente para Jundiaí, SP.


· No último dia de 1998, foi convidado por José Carlos Marion e Paulo Manzini, pastores da comunidade CCC em Jundiaí, para ministrar a Palavra, todos os domingos, sobre Romanos 7 e 8, por quase um semestre.


· De 1999 a 2003, ministrou a Palavra em vários seminários na região de Campinas, SP, e num centro da Palavra em Monte Mor, pequena cidade do interior de SP.


· Em 14 de janeiro de 2007, ele e sua esposa Ruth receberam a destra da comunhão e foram abençoados pela congregação CCC, através dos pastores José Carlos Marion e Paulo Manzini.











Resumo de suas palavras no culto de 14 de janeiro de 2007, no CCC, Jundiaí, SP:





“Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida. Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos” (2 Co 1.8,9).





Essa “sentença de morte” que Paulo menciona na passagem acima é o meu testemunho. Embora eu tenha perdido quase tudo nesses últimos anos, duas coisas ainda permanecem bem fortes em minha vida.


A primeira é o peso (encargo, tristeza) de Deus pelo mundo. Tenho sentido esse peso desde menino; ele nunca me deixou, aonde quer que eu vá, todos os dias da minha vida. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito...” (Jo 3.16).


A segunda é a convicção de que relacionamento é o principal fator no plano de Deus para o homem. O relacionamento entre o Pai e o Filho é a terceira pessoa da Trindade que se chama o Espírito Santo, o Espírito da verdade, o Consolador. Devemos entender que é de suma importância cultivar intimidade com essa terceira Pessoa que está conosco e em nós. Por meio desse relacionamento, obteremos amizade com Deus, unidade e amor com nossos irmãos e irmãs no Corpo de Cristo e, assim, revelaremos Cristo ao mundo, pelo qual Deus deu tudo, seu próprio Filho.








Alguns depoimentos de pessoas que o conheciam:





Cremos que a chama que o Senhor acendeu no coração de John Walker está hoje queimando em muitos corações. Ele influenciou milhares de milhares, e só Deus sabe até onde chegou o grito do seu coração de ver a igreja verdadeira sem mancha ou coisa semelhante se levantar. Apesar do pouco contato pessoal, ele e seus filhos foram usados para também acender esta chama em mim, e ela está queimando cada vez mais.


Ralf Fels- Rio de Janeiro/RJ.




...o melhor de tudo é ter nascido para conhecer alguém e conviver com ele que amou tanto que fez o seu maior sacrifício em vida! Deixou a sua vida em busca de um grande e expressivo amor pelo Senhor. Distribuiu, assim, a vida de Cristo a todos que o viram e ouviram, através de um estudo, de um toque, de palavras de sabedoria e vida, longe ou perto; foram abertos os olhos e desvendados muitos mistérios. Assim foi comigo e com todos que passaram por ele, e muito mais ainda será desvendado através do testemunho de vida que ficou! Deus mudou a minha história com ELE (Cristo), através da vida DELE que habitava no meu irmão João!


Vânia – Palmas/TO




É por causa da vida que John Walker teve com Deus que eu e muitos outros ficamos com o nosso coração ardendo pela igreja, sua restauração e o levantar de um povo que manifeste Jesus.


Raquel – Botucatu/SP





Um grande homem nos visitou. E, como quase sempre, não gozou da compreensão devida à sua convicção, profunda e honesta, sobre as questões fundamentais da nossa existência. Mas certamente Deus o honrou e recebeu no seu seio. Desde cedo se posicionou com coragem, incomodando o status quo (as pessoas não gostam de ser incomodadas). Nas suas próprias palavras: “Será que nós, um dia, compreenderemos perfeitamente o que significa comunhão do ponto de vista de Deus?”.


Sérgio Ramirez – Santa Bárbara D’Oeste/SP





Fico muito triste ao ouvir a notícia de que nosso irmão John Walker não está mais conosco, o qual, pelo reino de seu Mestre, serviu fielmente ao longo de toda sua vida. O irmão John é, de fato, como Davi que, "tendo servido à sua própria geração conforme o desígnio de Deus, adormeceu" (At 13.36).


Christian Chen – Nova York/EUA





Embora não o tenha conhecido muito bem, as marcas da intensa fé de John Walker estão gravadas em meu coração e me ajudaram a construir as bases daquilo que creio. Sei que sua insatisfação com o sistema e sua busca pelos valores do Reino ecoarão em muitas vidas e por incontáveis anos.


Pr Mateus F. de Campos – Americana/SP







Revista Impacto

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Grupo Expressão de Louvor

video

Compaixão

Para Refletir...

Compaixão


"Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me" (Mateus 25:34-36).

"Eu estava com fome e você criou uma organização para discutir o problema de minha fome. Eu estava encarcerado e você saiu mansamente para a sua capela, para orar por minha libertação. Eu estava despido e você, debateu em sua mente a moralidade de minha aparência. Eu estava enfermo e você se ajoelhou agradecendo a Deus por sua saúde. Eu estava sem casa para morar e você pregou para mim sobre o abrigo espiritual do amor de Deus. Eu estava só e você me deixou sozinho, indo orar por mim. Você parece tão santo; tão perto de Deus. Mas eu estou ainda muito faminto, só e com frio. Para onde foram as suas orações? O que elas fizeram? Qual o valor de um caderno repleto de motivos de oração quando o resto do mundo clama por ajuda? (Charles R. Swindoll)

Que tipo de cristãos temos sido? Temos nos esforçado para glorificar a Deus em todas as nossas atitudes ou temos nos preocupado apenas em manter uma aparência externa de santidade? Temos nos preocupado em mostrar aos outros que somos uma bênção diante de Deus ou procurado ser uma bênção diante de Deus para os outros?

De que adianta eu apenas orar pelos que têm fome sem buscar uma forma de alimentá-los? De que serve a minha oração pelos que não têm o que vestir se eu não propuser em meu coração conseguir-lhes vestimentas? Teria algum valor a minha oração pelos que se sentem rejeitados e abandonados sem que lhes demonstre claramente o meu amor e solidariedade?

A oração que faço pelos necessitados é muito importante, mas Deus espera muito mais de mim do que apenas orar por eles. Ele espera que a luz de Cristo brilhe em minhas atitudes e todos eles, através de mim, sejam abençoados.

Fonte: Ministério Para Refletir
Viva a vida com Jesus. Abração.
Luiz Claudio (Ministério Somos Um)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Eliza Walker e Eliana Walker no RIO DE JANEIRO

Do CPP (Curso de Preparação Profética), Monte Mor-SP para o povo de Deus no Rio de Janeiro.

Venha estar conosco nos dias 23, 24 e 25 de outubro. Você líder, você jovem, você Corpo de Cristo, independente de sua denominação, linha teológica, posição ministerial, classe social ou nível de escolaridade.

Local: Lugar de Reunião da Comunidade Evangélica Ministério Somos Um. Estrada Sargento Miguel Filho, 199 – CETIVA – Vila Kennedy – Bangu – RJ.

Programação: • Dia 23/10 (sexta-feira) às 19:30 h. abertura- Para todos.
• Dia 24/10 (sábado) às 09:00 h. – para LÍDERES, e às 18:00 h. – para JOVENS.
• Dia 25/10 (domingo) às 09:00 e 19:00 h. para TODOS – entrada franca. (VAGAS LIMITADAS).

Preencha a ficha de inscrição, da seguite forma:
Your Name : Coloque seu NOME COMPLETO
Your Email : Coloque seu EMAIL
Subject : Coloque PALAVRA PROFÉTICA
Message : coloque O DIA QUE VOCÊ DESEJA PARTICIPAR
Enter the letters : coloque O CÓDIGO QUE APARECE AO LADO
Send Email - Clique Para enviar






































Your Name :
Your Email :
Subject :
Message :
Image (case-sensitive):












terça-feira, 6 de outubro de 2009

É de arrepiar!!!

É de arrepiar!!! Salmo 100 : 4 (Para os que não crêem, é uma excelente história)‏

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.

O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.

Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.

Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.

Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s... Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.

Certamente ele ainda estava na pizzaria.

Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.

A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.

As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.

Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.

Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.

Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.

Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu 'salvador' entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.

Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.

Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.

O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.

Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado. Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.

Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunica-lo.

Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.

Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.

Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.

Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito 'Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila '

Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.

Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.

"Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome".Salmos 100:4

Enviado por Leonor Gorban - TV Globo