sábado, 19 de fevereiro de 2011
Gays e transexuais são modelos nas escolas da Califórnia
Legisladores do estado da Califórnia estão propondo uma lei que requer que as escolas tratem lésbicas, homossexuais, transsexuais e aqueles que escolhem outros estilos de vida sexuais alternativos como modelos de papel positivo para crianças em todas as escolas públicas.
O projeto de lei tem o patrocínio do senador Mark Leno. Abertamente homossexual, Leno se orgulha de ter fundado uma empresa com seu 'parceiro de vida Douglas Jackson', que depois morreu de complicações da AIDS.
Em seu site, Leno expressou sua preocupação: "A maioria dos livros didáticos não inclui nenhuma informação histórica sobre o movimento LGBT, que tem grande importância para a história tanto da Califórnia como dos Estados Unidos".
"Nosso silêncio coletivo nesta questão perpetua estereótipos negativos do povo LGBT e leva a um maior bullying dos jovens. Nós não podemos simultaneamente dizer aos jovens que é certo eles serem eles mesmos e viver uma vida aberta e honesta, quando nós nem estamos ensinando aos estudantes sobre as personalidades históricas LGBT ou o movimento de direitos iguais LGBT", ele disse.
Entretanto, a Campaign for Children and Families, organização pró-família, em sua mensagem, alerta que "crianças já no jardim-de-infância serão ensinadas a admirar a homossexualidade, 'casamentos' de mesmo sexo, bissexualidade e transexualidade".
"As crianças serão atraídas para entrar no ativismo político para apoiarem tudo o que é promovido pelos grupos políticos 'gays, lésbicos, bissexuais, transgêneros, intersexuais e questionadores', porque o projeto de lei pede 'ênfase particular em retratar o papel desses grupos na sociedade contemporânea'".
Além disso, o projeto prevê que "professores retratem de forma positiva a homossexualidade, 'casamentos' do mesmo sexo, bissexualidade e transexualidade... porque ser silencioso os expõe à acusação de 'refletir negativamente".
"Isso é uma doutrinação sexual radical, que pais genuinamente não querem e crianças realmente não necessitam", diz a declaração.
O comentário do Conselho Legislativo da Califórnia sobre o plano afirma que a lei "requereria que a instrução em ciências sociais também incluísse um estudo do papel e contribuições de americanos índigenas, afro-descendentes, mexicanos, asiáticos, pessoas advindas das ilhas do Pacífico, euro-americanos, lésbicas, gays, bissexuais e americanos transgêneros... para o desenvolvimento da Califórnia e dos Estados Unidos".
O projeto de lei também propõe a "ênfase particular em retratar o papel destes grupos na sociedade contemporânea" no ensino.
Randy Thomasson, líder do Campaign for Children and Families, nota que os diretores de escola teriam que escolher livros didáticos e outros materiais que promovem abertamente o homossexualismo, porque o silêncio "os expõe a acusações de 'refletir negativamente", destacando que os pais não poderão tirar seus filhos dessas aulas.
Thomasson disse ao WND que essa lei é mais um passo, seguindo as várias leis do tipo aprovadas anteriormente na Califórnia que severm ao propósito duplo de reprimir valores tradicionais da família e promover os "alternativos".
"As escolas públicas da Califórnia não são mais lugares seguros moralmente para meninos e meninas", ele disse ao WND. "Este novo projeto de lei, SB 48, reflete o desejo dos legisladores do Partido Democrático da Califórnia de recrutar garotos e garotas para apoiar a agenda homossexual-bissexual-transexual, tanto de forma pessoal pessoal quanto pública".
"Atirar esse balde de despejo na cara de crianças facilmente influenciáveis é algo que a maioria das pessoas acha nojento".
Julio Severo-fonte vinacc
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Assista ao Viídeo! “Eu cavava cantando um hino de louvor a Deus”
Em meio à maior tragédia climática do Brasil, que já deixou mais de 600 mortos desde terça-feira (11) na Região Serrana do Rio de Janeiro, algumas imagens marcaram e emocionaram o país. São exemplos de superação em meio a tanto perigo, dor e medo. Como o bebê Nicolas, que completa sete meses neste domingo (16), quatro dias depois de seu salvamento e de seu pai, Wellington Guimarães, que ficaram soterrados por 15 horas e sobreviveram a dois desabamentos.
“Dou graças a Deus de ter perdido a noção do tempo, tenho certeza de que foi Deus ali”, disse o pai. Nicolas continuava calminho, como no momento do resgate.
Na última terça-feira (11), Wellington e a mulher, Renata, resolveram passar a noite na casa da mãe dela por causa da chuva. O casal, a sogra e o bebê estavam dormindo no mesmo quarto.
“Eu acordei com aquele barulho de coisa vindo e não lembro, não sei, parece que eu tentei sentar na cama. De repente tudo parou, foi coisa de segundos, não dá tempo nem de gritar. A Renata e a Fátima faleceram na hora. Inclusive uma perna minha estava meio presa nela”, lembra Wellington.
Nicolas estava vivo, mas longe de Wellington. “Ele chorava, chorava, chorava e eu não tinha como estar perto dele, porque eu estava com as pernas presas. Eu consegui tirar uma perna, a outra estava mais embaixo, e aí foi quando eu comecei a chamar por socorro. Veio um rapaz e foi chamar o bombeiro”, continua o sobrevivente.
Salvos de dois desabamentos
Os bombeiros chegaram, mas não conseguiram resgatar pai e filho. “Eles ainda falaram: ‘Gente, cuidado com a barreira’. Aí eu fiquei imaginando: barreira só podia ser o morro. Quando eles acabaram de falar isso, não passou cinco minutos desceu a queda e soterrou eles também”, disse o pai de Nicolas.
Era o segundo desabamento. “Eu não tenho noção de nada, eu orei muito, pedi muito a Deus. Eu cavava cantando um hino de louvor a Deus. Cavei o tempo todo. Minha mão está toda arrebentada, dá para perceber”, disse Wellington, que cavou até chegar perto de Nicolas.
“No primeiro momento que eu peguei ele, ele se acalmou. Eu juntava saliva na boca para dar a ele para pelo menos molhar a boca dele. Eles [os bombeiros] estavam com a máquina em cima. Então, eu percebi que eles estavam cavando com vontade, achando que não tinha ninguém. Ninguém dizia que tinha alguém vivo ali. Aí eles chegaram bem perto. Chegou abrir um feixe de luz sobre a madeira. Eles perguntaram: ‘Tem alguém aí?’. ‘Estou eu e meu filho’. ‘Vocês estão bem?’. ‘Estamos’. ‘Tem mais alguém?’ Eu falei: ‘minha esposa e minha sogra, mas elas estão mortas’. E aí eles conseguiram abrir um buraco, me deram água”, relembra Wellington.
“Ele engasga muito com água, então eu botava água na boca e dava na boca dele. Aquele primeiro contato que ele viu que era água, ele agarrava no meu rosto assim e abria a boca, igual quando ele pede comida, para pedir água. Com a língua, eu controlava a água que ele bebia, ele mamava na minha língua. Assim foi que eu fui hidratando ele, e ele bebeu tanta água que dormiu. Depois ele acordou e pediu água de novo, agarrava no meu rostinho, quando teve um pouco de claridade, a gente conseguiu ver um ao outro”
Abraçados, pai e filho esperaram pelo salvamento. “Ele ficava quietinho no meu colo. Quando eu dei ele, ele saiu rindo. Dentro da ambulância, ele estava conversando”, lembra.
sábado, 1 de janeiro de 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Missões -Um Grito Que Não Se Cala!
O dia trazia consigo um ar de desafio! Aqueles momentos da nossa visita à China já estavam tornando-se um instrumento transformador de Deus em nossa vida – embora ainda não soubéssemos avaliar com precisão tudo o que estava sendo gerado em nosso interior e mudado em nossa concepção cristã!
Enquanto caminhávamos para o local – onde, conforme nos fora informado, conheceríamos um homem que chamaremos de Josué –, vagavam lentamente, em meu coração, algumas questões acerca do rumo que a igreja brasileira está tomando, e não pude deter as lágrimas por tanta liberdade cristã desperdiçada nesse nosso país privilegiado.
O hotel, local da reunião, era grande e marcado por detalhes que não nos permitiam esquecer que estávamos num país oriental. Recordo-me da sala em que nos acomodamos: grande e clara, com uma mesa enorme rodeada de cadeiras confortáveis. Uma mistura de expectativa e ansiedade tomava conta do ambiente.
Alguns minutos depois, vimos entrar o tão esperado homem: estatura mediana, físico forte, olhar e sorriso que expressavam tanto da vida de Deus quanto suas palavras revelariam mais adiante. Este homem, um cristão chinês convertido há alguns anos, lutava para implantar, no coração da igreja chinesa, a responsabilidade por missões. Enquanto eu ouvia a introdução do nosso contato, dizendo, em inglês, que estávamos diante de um homem do qual o mundo não era digno, fixei minha atenção nele, e meus pensamentos tomaram asas.
Ouvimos sobre o projeto que Josué estava desenvolvendo, sério e extremamente arriscado, treinando cristãos chineses para serem enviados a outro país do Oriente, totalmente fechado para o evangelho. Segundo o interlocutor, ele já havia sido preso e torturado algumas vezes por amor a Cristo e ameaçado de morte caso avançasse na expansão da Palavra de Deus.
De fato, estava, diante de meus olhos, um herói em meu sincero conceito de heroísmo genuíno!
Quando Josué tomou a palavra para nos cumprimentar, percebi que seu coração era experimentado: havia nele um misto de doçura e maturidade, de amor e responsabilidade consciente. Falou-nos com tanta propriedade sobre o desafio de alcançar outros povos e dar a vida pela causa de Cristo que fomos constrangidos pelo amor.
Veio à minha mente: “Como um homem que vive sob tanta pressão e perigo pode estar preocupado com outros povos e nações?”.
Ele continuou relatando sobre o treinamento árduo dos irmãos chineses e como desenvolvem o senso de responsabilidade para com os que se perdem e a possibilidade concreta de morrerem no desenrolar do trabalho. Contou-nos a respeito das baixas que sofreram ao longo desses anos, de igrejas destruídas por bombas, pastores mortos enquanto pregavam a Palavra e alguns de seus amigos torturados cruelmente até a morte.Meu coração sangrou de vergonha e dor.
Falou-nos por mais de uma hora sempre com a face brilhante de alguém envolvido com o mais nobre trabalho da Terra. Em nenhum desses momentos, citou prisões ou torturas, falou das perseguições ou ameaças sofridas; manteve sempre a palavra doce e firme, encorajando-nos ao cumprimento do IDE.
Num determinado ponto da conversa, uma mulher da nossa equipe, em meio a lágrimas, levantou a mão indicando uma pergunta. Josué olhou para ela com um sorriso, e ela avançou:
– Irmão Josué, sabemos que você esteve preso algumas vezes. Tenho uma pergunta: como você conseguiu amar seus torturadores e lhes perdoar?
Enquanto escrevo estas linhas, tenho na lembrança o olhar de amor que ele dirigiu a algum ponto da sala enquanto ouvia tal pergunta. Para mim, a resposta já havia sido dada naquele olhar...
Ele suspirou fundo:
Minha irmã, lembro-me de uma vez em que fui pego falando de Cristo: os soldados me conduziram a uma sala, colocaram-me de joelhos e começaram a dizer que eu deveria negar a minha fé. Todas as vezes em que abria os meus lábios para confirmar que cria em Cristo como meu Senhor, um daqueles soldados me chutava a boca. Não me era permitido cuspir o sangue, e, em pouco tempo, meus lábios estavam totalmente inchados.
Enquanto aquele homem me batia, orei intimamente perguntando ao Senhor a razão de ele permitir aquela dor e sofrimento. Ouvi o seu Espírito falando mansamente: “Jesus sabe exatamente o que você está sofrendo, pois também foi preso e torturado – e a cada um dos seus malfeitores perdoou! Receba dele a graça de perdoar e amar”.
Levantei os olhos em direção ao soldado que me batia, e meu coração foi totalmente inundado de amor por ele, um amor capaz de perdoar por completo. Naquele momento, eu aprendi que nada é maior do que a capacidade que Cristo nos dá de amar e perdoar os nossos inimigos.
Depois disso, ele prosseguiu, encorajando-nos na disposição de pregar o evangelho a qualquer preço, levando esperança a homens mortos espiritualmente e traduzindo em vidas o fato que mudou para sempre a nossa história: A CRUZ DE CRISTO!
Saí dali com meu conceito de devoção cristã retocado com a nobreza e a disposição de Josué; chorei por mim mesma e por minha fé débil e influenciável; clamei pela igreja brasileira e sua fraca convicção de entrega e sacrifício e, por fim, deixei meu coração sentir o drama dos 85 mil homens e mulheres que morrem diariamente sem conhecer Cristo, das inúmeras crianças submetidas à prostituição, do massacre cruel nos campos de refugiados em países do Oriente, dos 33 milhões de deuses adorados na Índia, da crueldade contra os cristãos em países como Coréia do Norte, Vietnã e Sudão e de todos os pastores e líderes da igreja sofredora que pagam com a própria vida a propagação do Evangelho...
Pensei em tudo isso e um GRITO foi tatuado em minha vida por todos os dias, GRITO este que expresso hoje a você:
ATÉ ONDE VAI SEU AMOR POR CRISTO E A SUA CAUSA?
Ariadna Faleiro de Oliveira atua na mobilização de intercessores e mantenedores para a obra de missões e, junto com o seu esposo Paulo, pastoreia a Igreja Batista da Paz em Goiânia, desenvolvendo um projeto de recuperação com mulheres dependentes químicas ou envolvidas com prostituição. Tem acompanhado equipes em viagens de curto prazo a países onde a perseguição ao cristianismo é severa, objetivando um despertamento maior acerca desse assunto. Você pode conhecer um pouco mais sobre esse ministério através do link “O MUNDO EM FOCO” no site www.familiadapaz.com.br ou enviando um e-mail para omundoemfoco2008@hotmail.com.