quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Assista ao Vídeo. Palavra Ministrada pela Pastora Marinilza

Palavra Ministrada pela Pastora Marinilza da Comunidade Evangélica Ministério Somos Um no Culto de Domingo, 15/11/2009.

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Assista ao Vídeo. Culto Jovem

Assista ao Vídeo. Culto Jovem da Comunidade Evangélica Ministério Somos Um, realizado no dia 15/08/2009.

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Debate sobre homossexualismo - Silas Malafaia e Marco Gladstone / PARTE 1

Debate acalorado sobre homossexualismo - Silas Malafaia e Marco Gladstone, da Igreja Contemporânea Na sexta-feira passada, 27 de novembro, o Pr. Silas Malafaia participou de um debate na emissora carioca Rádio Melodia FM, prefixo 97.3, cujo tema era as relações homossexuais. A roda de debatedores também contou com as presenças de Pr. Paulo Afonso, Pr. Augusto Miranda (Assembleia de Deus de São Gonçalo – RJ), Paulo César (Catedral da Assembleia de Deus em Jardim Primavera, Duque de Caxias – RJ), o Desembargador Fábio Dutra, e Marco Gladstone (homossexual e pastor da Igreja Cristã Contemporânea). O desembargador esclareceu o fato de que a nossa Constituição Federal não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Deixou claro que a Carta Magna é expressa no sentido de que tanto o casamento quanto a união estável, só são legais entre as pessoas homem e mulher. Por sua vez, Gladstone insistiu na idéia de uma igreja cristã que pode acolher o homossexual, sem, contudo, censurar a prática das relações de pessoas do mesmo sexo, denominada por ele como relações homoafetivas. Afirmou que, ao lado do seu companheiro, deseja abrir novas igrejas. Em seu turno, Paulo Afonso foi claro e direto ao falar da necessidade do cristão amar a pessoa do homossexual, mas, não aceitar à luz da Bíblia a prática homossexual. Sempre interrompido por Gladstone, o pastor Silas Malafaia foi contundente e firme em suas colocações contra a prática homossexual. E em meio ao calor do debate, alguém do auditório se destemperou e gritou xingamento dirigido contra sua heterossexualidade. Ao que foi respondido prontamente que poderia ser levado aos tribunais pela atitude impensada.
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Debate sobre homossexualismo - Silas Malafaia e Marco Gladstone / PARTE 2

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Debate sobre homossexualismo - Silas Malafaia e Marco Gladstone / PARTE 1

Debate acalorado sobre homossexualismo - Silas Malafaia e Marco Gladstone, da Igreja Contemporânea Na sexta-feira passada, 27 de novembro, o Pr. Silas Malafaia participou de um debate na emissora carioca Rádio Melodia FM, prefixo 97.3, cujo tema era as relações homossexuais. A roda de debatedores também contou com as presenças de Pr. Paulo Afonso, Pr. Augusto Miranda (Assembleia de Deus de São Gonçalo – RJ), Paulo César (Catedral da Assembleia de Deus em Jardim Primavera, Duque de Caxias – RJ), o Desembargador Fábio Dutra, e Marco Gladstone (homossexual e pastor da Igreja Cristã Contemporânea). O desembargador esclareceu o fato de que a nossa Constituição Federal não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Deixou claro que a Carta Magna é expressa no sentido de que tanto o casamento quanto a união estável, só são legais entre as pessoas homem e mulher. Por sua vez, Gladstone insistiu na idéia de uma igreja cristã que pode acolher o homossexual, sem, contudo, censurar a prática das relações de pessoas do mesmo sexo, denominada por ele como relações homoafetivas. Afirmou que, ao lado do seu companheiro, deseja abrir novas igrejas. Em seu turno, Paulo Afonso foi claro e direto ao falar da necessidade do cristão amar a pessoa do homossexual, mas, não aceitar à luz da Bíblia a prática homossexual. Sempre interrompido por Gladstone, o pastor Silas Malafaia foi contundente e firme em suas colocações contra a prática homossexual. E em meio ao calor do debate, alguém do auditório se destemperou e gritou xingamento dirigido contra sua heterossexualidade. Ao que foi respondido prontamente que poderia ser levado aos tribunais pela atitude impensada.
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Que Darei? O Melhor Ou As Sobras?

Para Refletir...

"Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?" (Salmos 116:12)

O filho de um certo pregador tinha um cachorro ao qual deu o nome de Sinal. Ele tinha pelo cachorro uma grande amizade e um dia, durante o jantar, separou o melhor pedaço de seu bife e deu ao Sinal. "Meu filho", disse seu pai, "seria melhor se você mesmo comesse aquela carne e desse ao Sinal apenas as pequenas gorduras que retirou de seu bife". O menino tentou argumentar mas o pai se mostrou inflexível. O Sinal não deveria ter o melhor pedaço de carne. "Está certo, papai", disse o pequeno menino. "Aqui, Sinal, eu quis dar a você um dízimo, mas eu só posso lhe dar uma coleta."

Quando lemos uma história como a do menino e seu cachorro, lembramos logo de dinheiro e do dízimo que a Bíblia nos ensinou a entregar para a obra de Deus. Mas eu creio que o ensino vai muito mais adiante e deve penetrar bem fundo em nossas almas.

Que parte de nossas vidas estamos entregando a Deus? O que temos de melhor ou apenas as sobras ou o que cremos não servirem para nada? Estamos dando ao Senhor o dízimo de nosso tempo, de nosso amor, de nossa alegria, de nossas forças, de nosso regozijo, ou apenas as murmurações, as queixas e a lista de pedidos?

O verdadeiro cristão entra em seu quarto e glorifica ao Senhor pelas bênçãos alcançadas, pelas vitórias do dia, pela proteção durante o tempo em que se encontra nas ruas tão perigosas, pelo consolo nas horas de crises, pelo sol que brilha após a tempestade, pelo sustento nas horas de aflição. Ele também coloca diante do altar do Pai suas dificuldades, seus problemas, seus anseios, e tudo o mais que não consegue resolver sozinho, mas a sua prioridade é louvar e engrandecer o nome do Senhor Jesus.

Que daremos ao Senhor por tudo que nos tem feito? O nosso melhor ou o que não nos serve?

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Deus dá a todos a mesma chance

Jesus foi crucificado juntamente com outros dois homens, porém os dois eram bandidos. E nós podemos ver nesta passagem como Deus é perfeito em toda sua obra. Jesus estava entre os dois homens, que estavam um de cada lado; e um deles disse a Jesus:

- Se tu és filho de Deus, desse saí e salva-te a si mesmo. Já o outro antecipou-se, dizendo:
- Não fale assim com Ele, pois Ele não fez nada para estar aqui, mas nós sim. E disse a Jesus:
- Senhor, lembra-te de mim quando entrardes no teu reino.
E Jesus lhe respondeu:
- Ainda hoje estarás comigo no Paraíso.

Note que os dois tiveram a mesma chance de se arrrepnder, porém, somente um se arrependeu e foi salvo. Agora, analise se o que se arrependeu estivesse no meio, Jesus numa ponta e o outro homem na outra ponta. No dia do juízo, o que se arrependeu seria salvo e o outro condenado, mas o condenado poderia dizer: Mas Deus; ele se arrependeu porque estava do lado de Jesus, ele ouviu Jesus falar. Eu não tive a mesma chance por isso não me arrependi.

Nisto podemos ver que Deus é perfeito em toda a sua obra. Deus dá a todos a mesma chance, porque o evangelho do Reino é pregado a toda criatura, a Bíblia está aí para todos lerem; mas cada um prefere seguir o seu próprio caminho, sendo que Jesus disse: EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE E A VIDA. NINGUÉM VEM AO PAI SENÃO POR MIM. João 14:06 {No dia do juízo ninguém vai ter desculpas. Jesus disse: LEIA AS ESCRITURAS, POIS CUIDAIS TER NELAS A VIDA ETERNA, E SÃO ELAS QUE DE MIM TESTIFICAM. João 05:39.

Creditos: Viva a vida com Jesus

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Diga Sempre: "Eis-me Aqui"

Para Refletir...

"Então eu disse: Eis-me aqui para fazer, ó Deus, a tua vontade" (Hebreus 10:7).

Muitas pessoas passam toda a vida sem se importar com a Palavra de Deus. Não têm o costume de ir à igreja, não contribuem de forma alguma com o seu sustento, nem com dinheiro e nem com a presença e, os que às vezes vão, reclamam de tudo. De um templo que eles não ajudaram a construir, da música cantada dos hinários que não ajudaram a comprar, do pastor que nunca ajudaram a sustentar, da mensagem lida na Bíblia que jamais se interessaram em ler. Querem receber palavras doces de conforto para seus entes queridos e orações para que tenham um lugar no céu, onde não se prepararam para ir. Não é estranho? Não permita que isso se aplique a você. Obedeça ao Evangelho de Cristo antes que seja tarde.

O verdadeiro cristão tem prazer em adorar a Deus, em cantar hinos de louvor ao Senhor, em ler e estudar a Bíblia, fonte de sabedoria para uma vida repleta de bênçãos e vitórias.

Bom é estar na casa do Pai, encontrar os irmãos e compartilhar com eles os momentos de alegria e regozijo da semana. Bom é participar das programações, dos corais, da distribuição de folhetos, do estudo bíblico que nos edifica e fortalece o espírito. Bom é poder dizer ao Senhor que O amamos, que a Sua companhia nos enche de júbilo, que Sua graça e unção nos faz brilhar mesmo diante de ambientes tenebrosos.

Como cristão eu tenho de compreender que a igreja sou eu, que o meu testemunho fará a diferença, que o mundo depende do meu amor e dedicação.

Eu me importo com a obra de Deus. Sei que ela depende de minha fidelidade. E você? Critica a tudo que vê de ruim ou faz a sua parte para que tudo vá bem?

Não espere tudo dos outros. Diga a Deus: "Eis-me aqui."

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Homem que caiu no buraco

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"Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós" (Isaías 53:6).

Conta-se a história de um homem que foi levado a um tribunal, para ser julgado, sendo considerado culpado. O juiz, por coincidência, era um amigo dos tempos de juventude do acusado, embora não tivessem se encontrado por muitos anos. Mantendo-se imparcial o juiz condenou o homem e determinou que pagasse a pena apropriada para seu caso. O Valor era tão grande que o homem não podia pagar. A única alternativa era a prisão. O juiz, então, fez algo muito incomum. Deixando a sua cadeira, aproximou-se do condenado, apertou-lhe a mão e anunciou: "Eu estou pagando a pena por você."

Esta história nos lembra do amor de Deus e de como Ele pagou a pena dos nossos pecados.Éramos culpados, merecíamos a condenação, e a sentença deveria ser viver longe do nosso Senhor. Mas Cristo pagou o preço, morreu em uma cruz, derramou Seu sangue puro para que pudéssemos ser livres da condenação e ter direito à vida abundante e eterna.

Aqueles que abrem o coração para o Salvador não precisam viver em uma prisão espiritual. As grades da aflição, do desespero, da solidão e da depressão foram abertas. Estão livres! Livres para cantar, para sorrir, para amar, par a ter esperanças, para sonhar, para ultrapassar obstáculos, para ter coragem de lutar e vencer, para viver a felicidade para sempre.

E o que tivemos de pagar para isso? Nada! Apenas aceitamos o pagamento feito pelo Senhor. Apenas desfrutamos de Seu amor. Apenas deixamos Sua luz brilhar em nós. Apenas dizemos: "Eis-me aqui".

Como é bom saber que estamos livres, que fomos perdoados, que temos um Senhor de braços abertos para nos receber e nunca mais permitir a nossa condenação.

Grupo Expressão de Louvor

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Ministério de Louvor, no Culto de Domingo 30/08/2009

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Verdadeiramente Ele Era Filho De Deus

Para Refletir...

"Ora, o centurião, que estava defronte dele, vendo-o assim expirar, disse: Verdadeiramente este homem era filho de Deus" (Marcos 15:39).

Dois incrédulos, sentados em um banco de trem, conversavam a respeito da vida maravilhosa de Cristo. Até os não cristãos não conseguem deixar de pensar em Cristo. Um deles disse: "Eu penso que um romance interessante poderia ser escrito sobre Ele". O outro respondeu: "E você é a pessoa certa para escrevê-lo. Mostre uma visão correta de sua vida e caráter. Derrube o sentimento prevalecente sobre sua divindade e descreva-O como Ele era -- um homem entre homens". A sugestão foi aceita e o romance foi escrito. O homem que fez a sugestão era o Coronel Ingersoll; o autor era General Lew Wallace, e o livro era Ben Hur. Enquanto o escrevia, o General Wallace se viu diante de um homem inexplicável. Quanto mais ele estudava Sua vida e caráter, mais se convencia de que era mais do que um homem no meio de homens. Chegou a conclusão, como o centurião debaixo da cruz: "Verdadeiramente, Ele era o Filho de Deus".

Quem tem sido Cristo para nós? Um personagem religioso? Alguém de quem muitos falam e não nos interessamos em conhecer? Alguém que existiu em um passado remoto e que hoje não existe mais? Ou alguém que não apenas transformou o mundo de Sua época mas todo o mundo que veio após Ele?

Cristo é o Filho de Deus! Ele amou o pecador e por ele morreu em uma cruz. Ele veio ao mundo para trazer paz, alegria, vida abundante e eterna. E o principal: Ele veio para mim!

Ele veio para modificar o meu coração e iluminar a minha casa. Ele veio dissipar as trevas que conduzem o homem à perdição e fazer brilhar o Sol da Justiça. Ele veio para resgatar os incrédulos, os pessimistas, os solitários, os desanimados, os que sofrem em depressão. Ele veio trazer tranquilidade nos momentos de crise, ânimo no meio das tormentas, vida após a morte.

Jesus é mais do que um homem entre homens -- é o Filho de Deus -- é o nosso Senhor e Salvador.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ministério de Louvor Jovem

Ministério de Louvor Jovem, da Comunidade Evangélica MINISTÉRIO SOMOS UM

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Desenvolvimento Sustentável do Espírito

Enquanto a humanidade, de forma global, começa a cumprir a profecia de Jesus ("Os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo...” - Lc 21.26), e cenas apocalípticas surgem na área financeira ("Ai! Ai da grande cidade... [Nova York, Londres, Paris, Tóquio, Hong Kong, São Paulo etc.] porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas [Trilhões de dólares evaporaram das Bolsas em todo o mundo em poucas horas!]” - Ap 18.16,17), que tipo de atitude devemos ter diante do início de um novo ano, o ano de 2009?
Deus prometeu abalar tudo o que pudesse ser abalado (Hb 12.26-29). Portanto não devemos dar ouvidos às vozes que querem nos consolar dizendo que a situação não vai se agravar. Tempestades negras estão se avolumando no horizonte, e somente aqueles que tiverem firmes alicerces na Rocha eterna conseguirão permanecer firmes, inabaláveis.
“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mt 24.35). “Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 Jo 2.17). Assim como Abraão, que tomava uma providência prioritária em todo lugar onde acampava – edificava um altar ao Senhor para não perder a comunicação com o quartel-general - , nós também precisamos ter a prioridade máxima de estabelecer vias de comunicação com Deus. Somente aqueles que ouvem e obedecem à voz de Deus suportarão, firmes, as provações que virão sobre o mundo.
Dê atenção ao seu espírito
Recentemente, durante um período de comunhão, um irmão comentou que precisamos conhecer melhor nosso espírito. Conhecemos muito bem as necessidades, as dores e os desejos do corpo e convivemos constantemente com os sentimentos, as motivações e as reflexões da alma – mas quantos conhecem a voz do próprio espírito? Por ser algo mais invisível e intangível, muitas vezes o espírito também passa a ser inaudível. Na conferência a três, as vozes estridentes do corpo e da alma fazem calar o sussurro do espírito. Até mesmo na criação dos filhos, tomamos o máximo de cuidado com o corpo, correndo para o hospital ao menor sinal de problema, e com o desenvolvimento intelectual e emocional da alma, colocando-os nas melhores escolas e cursos, enquanto a nutrição e o crescimento do espírito costumam ser deixados em último plano.
Nestes dias de crescente e justificável preocupação ecológica, tem-se popularizado muito o uso do termo “desenvolvimento sustentável”. Para aqueles que não estão tão antenados com a preservação do planeta, é uma expressão que descreve a estratégia que visa conciliar a produtividade econômica com a conservação do meio ambiente. Por exemplo, em vez de desmatar indiscriminadamente a floresta para plantar soja ou milho, a sugestão é desenvolver culturas que produzam alimento no meio das árvores. Dessa forma, haveria sustento para as populações necessitadas, e o meio ambiente também seria respeitado.
Quando meu amigo falou sobre a necessidade de cultivarmos melhor a vida espiritual, essa expressão ecológica logo me veio à mente. Muitas pessoas pensam que é impossível desenvolver uma vida espiritual em meio à correria e às pressões do dia-a-dia de uma grande cidade em pleno século 21. Elas acham que, se alguém deseja realmente tornar-se “espiritual”, é necessário retirar-se das grandes cidades para um lugar bem quieto no interior, parar de estudar e trabalhar secularmente e dedicar-se por completo ao estudo da Bíblia e à oração e ao jejum. Seria a mesma atitude de um ativista ecológico radical que prefere preservar o mico-leão-dourado a matar a fome de centenas de seres humanos. Já os capitalistas selvagens querem destruir o planeta para produzir mais riquezas. No nível espiritual, correspondem aos cristãos contemporâneos, para os quais basta freqüentar as reuniões das igrejas aos domingos a fim de garantir a salvação – enquanto continuam na mesma correria desenfreada dos não-cristãos atrás de dinheiro e diversão ao longo da semana.
Penso que, assim como o “desenvolvimento sustentável” procura uma terceira via entre os dois extremos na esfera ambiental, o “desenvolvimento sustentável do espírito” apresenta um terceiro caminho para trilharmos na vida espiritual. Não precisamos ser reclusos superespirituais, mas também não precisamos ser cristãos materialistas. Como diz Henri Nouwen no livro Espaço para Deus (um livro que, mais do que qualquer outro, tem exercido grande impacto sobre a minha vida):
Jesus não reage ao nosso estilo de vida cheio de preocupação dizendo que não deveríamos estar tão ocupados com afazeres terrenos... Nem sugere que nos afastemos de nossos envolvimentos para viver vidas calmas, tranqüilas e retiradas das lutas do mundo... Jesus não quer de forma alguma que deixemos nosso mundo de muitas facetas. Antes, quer que vivamos nele, mas firmemente arraigados no centro de todas as coisas. Jesus não fala sobre uma mudança de atividades, uma mudança de contatos, ou até uma mudança de ritmo. Ele fala sobre uma mudança de coração (cap. 2, págs. 16 e 17).
Essa mudança de centro começa com a conversão, mas continua com a manutenção de um espaço e de um tempo exclusivos para Deus na rotina diária. Assim como reservamos certo tempo para higiene e alimentação e gastamos horas voltadas ao intelecto e ao lazer, também precisamos dedicar tempo para desenvolver o espírito a fim de afinar os ouvidos e ouvir a voz de Deus. Aliás, essa deveria ser a atividade mais importante de nossa vida. Somente depois de cuidar disso é que se deve dar atenção às outras necessidades. Desenvolvimento sustentável do espírito significa poder ouvir e obedecer à voz de Deus sem abandonar as outras atividades naturais. No meio da floresta de atividades seculares, é possível desenvolver uma plantação produtiva de paz, alegria, amor e tantos outros frutos do Espírito.
O segredo da espiritualidade
Ficamos muito admirados com as grandes vitórias e testemunhos dos heróis da fé. Contudo, se olharmos atentamente para a fonte de seus sucessos, sempre encontraremos a prática do devocional, que consiste no tempo passado na presença do Senhor em oração e meditação na Palavra. Podemos pensar em Daniel, fortemente pressionado pelas necessidades do dia-a-dia administrativo de um grande império. Qual era o segredo de sua força? Diariamente, mesmo longe de sua terra e sem templo ou altar, ele entrava “em sua casa, no seu quarto em cima, onde estavam abertas as janelas que davam para o lado de Jerusalém; e três vezes no dia se punha de joelhos e orava, e dava graças diante do seu Deus” (Dn 6.10).
E quanto a Jesus, o Filho de Deus, a Palavra encarnada? Certamente, ele não tinha necessidade dessa disciplina de oração diária! Será que não tinha uma “linha direta” com o céu que o liberasse de uma disciplina tão “humana”? Entretanto, não é o que se vê, muitas vezes, nos evangelhos: “De madrugada, ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava” (Mc 1.35).
Não é possível viver a vida cristã sem contato diário com Deus. Assim como um destacamento do exército não precisa só de armas e munição mas, em primeiro lugar, de radiocomunicação com o quartel-general para não correr o perigo de atacar os próprios companheiros por engano ou se distanciar demais dos outros destacamentos, nós também não podemos saber como agir em meio ao tiroteio do dia-a-dia sem as orientações precisas do nosso Comandante Supremo. O único motivo por que geralmente não temos tal hábito e não encontramos tempo ou força de vontade para manter essa disciplina é a maldita autoconfiança. Pensamos que podemos nos virar bem com a própria experiência, sabedoria e estratégias. Por isso, apenas quando as coisas começam a sair do controle, e entramos em pânico, achamos o tempo e o desespero para orar e clamar por socorro. Confiamos nos recursos da alma e perdemos a chance de viver no Espírito.
Para enfrentar os dias escuros que virão, precisaremos de muito mais do que os recursos da alma. Não teremos condições de discernir o espírito de engano que vem sobre a Terra se o nosso espírito não estiver bem afinado com o Espírito Santo, o Espírito da verdade. Não conseguiremos resistir às tentações sem a graça diária proveniente da leitura da Palavra e da oração. Não saberemos como trabalhar, onde morar, que decisões tomar sem as sábias orientações do Consolador. A melhor estratégia que você pode adotar para o ano de 2009 é levantar um altar diário de comunhão com Deus. Muitas vezes, você não ouvirá a voz de Deus, mas o fato de erguer o altar e oferecer um sacrifício diário tornará seu espírito disponível para Deus, manterá as vias de comunicação abertas e permitirá que seus pés fiquem firmes sobre a rocha mesmo em meio à tempestade.
A pergunta-chave da entrevista final
Nesse contexto, quero destacar uma dica indispensável. Qualquer pessoa séria que deseja desenvolver um hábito saudável ou desvencilhar-se de um vício ou hábito nocivo sabe que precisa de um grupo de apoio. Para isso, existem os Vigilantes do Peso, os Alcoólatras Anônimos etc. Nesse caso também, é de suma importância que tal pessoa procure outros irmãos e amigos que sintam a mesma dificuldade e, assim, possam ajudá-la a manter-se firme na disciplina. Essa deveria ser a função primordial da igreja! Infelizmente, a maioria das igrejas não exerce tal função hoje. Geralmente, nutrem a mentalidade de que basta ser fiel nas reuniões. Porém, quando chegarmos à presença de Deus, ele não nos perguntará em quantas reuniões estivemos ou quantas vezes oramos e lemos a Bíblia. Ele estará interessado em uma única coisa: se nos conhece, e se nós o conhecemos.
Nas parábolas de Jesus sobre os momentos dramáticos da entrevista final que decidirá nosso destino eterno, quando ele despacha alguém, sempre diz: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim...” (Mt 7.21-23; Mt 25.12; Jo 17.3). Deus só se interessa em que as pessoas o conheçam e andem com ele. No fim, nosso “eletrocardiograma” dirá se passamos os dias ouvindo a voz de Deus e lhe obedecendo ou se seguimos os próprios desejos. Portanto, a igreja deveria ser o grupo de apoio que ajuda, incentiva, exorta e repreende até que todos comecem a encontrar-se com Deus individualmente e realmente conhecê-lo.
Deus não receberá manadas no último dia. Ele desejará ver-nos face a face, pessoalmente. E a questão fundamental, o divisor de águas, será se ele nos conhece ou não, se andamos com ele ou não, se nossa vida foi compartilhada com ele ou não.
Portanto, diante do exposto, o que você me diz? Quais são os planos para 2009? Quais são seus temores e medos? Quais são seus sonhos e anseios? Quais são suas expectativas? Você está no centro da vontade de Deus para sua vida? Está ouvindo a voz de Deus com instruções personalizadas? Está obedecendo às ordens de Deus? Você tem-se encontrado com Deus? Sente alegria, ânimo, paz e graça da parte de Deus energizando seu dia-a-dia? Você tem irmãos e amigos com quem compartilha derrotas e vitórias e que lhe desafiam a andar mais perto de Jesus? Se suas respostas não lhe trazem satisfação, preste atenção aos seguintes versículos:
“Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; pois todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á” (Lc 11.9,10).
“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).
“Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus. Por isso, não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Ef 5.15-17).
por Harold Walker


revista impacto

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Qual A Nossa Maior Necessidade?

Para Refletir...

"Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:33).

"Se nossa maior necessidade fosse de informação,
Deus teria enviado um pedagogo.
Se nossa maior necessidade fosse de tecnologia,
Deus teria enviado um cientista.
Se nossa maior necessidade fosse de entretenimento,
Deus teria enviado um artista.
Se nossa maior necessidade fosse de dinheiro,
Deus teria enviado um economista.
MAS como NOSSA MAIOR NECESSIDADE era de PERDÃO,
DEUS ENVIOU Um SALVADOR."

O que julgamos ser a nossa maior necessidade? Onde a temos buscado? Temos nos aplicado, com afinco, nessa busca?

Todos nós desejamos ser felizes. Lutamos com determinação pelos nossos ideais. Nenhuma batalha será dura demais se o propósito é alcançar a felicidade.

Trabalhamos muito para ganhar bastante dinheiro. O dinheiro nos tornará felizes... será? Vamos a jogos, participamos de festas, procuramos nos divertir o máximo possível. O divertimento nos tornará felizes... será?

O nosso grande problema é buscar sempre as consequências da felicidade sem nos preocupar com a fonte desta mesma felicidade. Gastamos nosso tempo com as "demais coisas" sem levar em consideração o "em primeiro lugar".

Cristo é a felicidade. Com Ele no coração, tudo o mais nos tornará felizes. Se temos ou não dinheiro, seremos felizes. Se vamos ou não a festas, seremos felizes. A felicidade não está nas demais coisas e sim no Senhor que transforma todos os nossos dias em verdadeira e total alegria.

Qual a sua maior necessidade? Alegria? Amor? Prosperidade? Vida abundante? Salvação? Tudo isso você pode encontrar em Jesus Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Ele é a fonte de toda felicidade.

Fonte: Ministério Para Refletir
Viva a vida com Jesus. Abração.
Luiz Claudio (Ministério Somos Um)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Tudo para Jesus!

Tudo para Jesus!

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Por Revista Impacto

John Walker (25/07/1922 – 29/01/2007)


No dia 29 de janeiro de 2007, de forma súbita e inesperada, John Walker, 84 anos, partiu para estar com o Senhor, a quem serviu com muita paixão e intensidade durante quase 60 anos. Deixou sua esposa, Ruth, 89 anos, seis filhos, 20 netos e 5 bisnetos (e mais uma bisneta a caminho!).


John Walker não era uma pessoa comum. Era impossível enquadrá-lo em qualquer padrão conhecido, tentar rotulá-lo ou prever suas atitudes ou reações. Em muitas ocasiões, afirmou que tinha somente um propósito na vida: servir ao Senhor Jesus e cumprir integralmente o seu chamado nesta Terra.


Uma parte central do seu chamado e da sua paixão era retornar, na prática, à vida simples e poderosa dos discípulos primitivos de Jesus, despojando-se de doutrinas e institucionalismos humanos e redescobrindo a essência do evangelho da graça.


A marca do inconformismo e da busca intensa pela verdade marcou sua vida desde o nascimento. Apesar de ter nascido numa família de classe média nos Estados Unidos, desde cedo se sentia muito mal ao ver pobreza e necessidade lado a lado com riqueza e desperdício.


Sua conversão se deu através de um outro profeta inconformado do século XVII, na Inglaterra, George Fox. Pouco depois, a visão da igreja primitiva em Atos 2.42 o fez buscar algo que não via nas igrejas ao seu redor.


Um dos focos mais importantes da sua vida e ao qual dedicou grande parte do seu tempo e energia foi a sua família. Foi principalmente por causa do desejo de criar seus seis filhos num ambiente onde não seriam sugados pelo materialismo e acomodação da sociedade norte-americana que decidiu vir para o Brasil em 1964. Foi em conjunto com seus filhos que seu ministério alcançou maior produtividade e alcance.


Durante os quase 43 anos que viveu no Brasil, deixou uma marca profunda, não só na família imediata, mas também em incontáveis outras pessoas, através do ministério de literatura, de seminários e do convívio pessoal em Rubiataba, no interior de Goiás, e em Jundiaí, SP (perto de vinte anos em cada local).


Seu grande anseio era praticar o que vira com tanta clareza na Palavra, a verdadeira comunhão com Jesus e uns com os outros, e contribuir para a plena manifestação de Jesus no meio da sua igreja, em preparação para a Segunda Vinda do Senhor.


Mesmo nos últimos anos, apesar de várias lutas, frustrações e da impossibilidade de levar mais adiante sua missão, sua paixão e interesse na causa de Deus não diminuíram. Jamais quis “aposentar-se” nem se acomodar àquilo que já alcançara pela graça de Deus.


No início de 2005, no meio de um processo muito doloroso de angústia e isolamento, Deus enviou-lhe, de forma clara e soberana, um pastor de uma das comunidades locais (José Carlos Marion do CCC – Centro Comunitário Cristão) para oferecer-lhe o apoio, consolo e compreensão do Corpo de Cristo. Este processo de vinculação e aceitação consumou-se em 14 de janeiro de 2007, num culto em que John e Ruth foram oficialmente recebidos como parte daquela congregação.


No dia 29 de janeiro, durante as duas horas anteriores à sua morte, três dos seus filhos e dois pastores do CCC estiveram com ele em comunhão e oração, ocasião em que puderam ouvir suas últimas palavras. Havia planos para que John pudesse passar aos líderes em formação algo do seu encargo espiritual; ele, entretanto, sentindo o efeito das muitas lutas e angústias dos últimos anos, manifestou seu desejo de ir para junto do Senhor.


Dentro de meia hora, após o final dessa reunião, ele partiu, assim como havia pedido ao Senhor, rapidamente e sem necessidade de passar por qualquer processo de internação ou sofrimento. Não ficou dúvida alguma de que o Mestre a quem entregara todos os seus caminhos e a quem servira com todas as suas forças ouvira seu clamor e o tomara para junto de si.





Algumas características marcantes de sua vida e testemunho:





· Durante os 43 anos em que viveu no Brasil, embora sentisse momentos de grande saudade de seu país de origem, de sua língua e cultura, não voltou uma vez sequer para lá;


· Viveu um estilo de vida próprio, baseado em princípios de simplicidade (casa, móveis, roupas, carro, alimentação – sempre o mais simples e o menos dispendioso possível) e mordomia (gerenciamento de tempo e dinheiro para evitar desperdício e luxo desnecessários);


· Embora nunca tivesse muito dinheiro, o que tinha sempre era compartilhado com famílias necessitadas, viúvas e órfãos; além disso, sempre havia órfãos ou pessoas sem apoio familiar morando em sua casa;


· Manteve uma posição de fé em relação à saúde de sua família ao longo dos anos; durante todos os anos da criação dos filhos, nunca precisou recorrer a tratamentos médicos;


· Desde os primeiros anos do casamento, por iniciativa de sua esposa Ruth, instituiu o culto doméstico diário, que continuou até o final de sua vida: leitura da Bíblia toda em seqüência, de capa a capa, e oração;


· Envolvia-se profundamente com pessoas individuais, sentindo seus dramas e procurando ajudar com tudo que podia – indiferentemente de quem eram ou do potencial social ou espiritual que representavam.





Fatos Mais Importantes de Sua Vida:





· Nasceu em 25 de julho de 1922 em São Francisco, Califórnia, EUA.


· Converteu-se em fevereiro de 1947, através da leitura dos diários de George Fox, fundador do movimento conhecido como Quakers, na Inglaterra, no século XVII.


· Casou-se em 2 de agosto de 1947, com Ruth A. Walker, em uma cerimônia simples (dos Quakers), na qual trocaram votos matrimoniais.


· Em janeiro de 1953, batizou-se nas águas, junto com Ruth, em uma igreja Assembléia de Deus.


· Recebeu o Espírito Santo em fevereiro de 1953, na Assembléia de Deus em Santa Cruz, Califórnia.


· Em 1956, vendeu sua chácara em Bloomington e mudou-se para Los Angeles para trabalhar, por 5 anos, no ministério Herald of His Coming (“O Arauto da Sua Vinda”), com os fundadores W. C. Moore e sua esposa Sarah.


· Em 1959, leu um artigo sobre a região do planalto central brasileiro onde seria construída uma nova capital, Brasília. Despertou-se nele o espírito pioneiro de seus ancestrais, o que o fez tomar a decisão de mudar-se com sua família para o Brasil.


· Veio com toda a família para o Brasil em 4 de fevereiro de 1964, e morou em Lagoa Santa, Minas Gerais, por 4 anos.


· Em janeiro de 1968, mudou-se para Rubiataba, Goiás. Desde o princípio, sua visão havia sido estabelecer-se na região central do Brasil.


· No início dos anos 70, iniciou, com a ajuda dos filhos, um ministério de literatura duplicando, num mimeógrafo a álcool, estudos bíblicos sobre lei e graça no capítulo 3 de Gálatas. Depois, utilizando um mimeógrafo a tinta e posteriormente uma pequena impressora off-set, vieram os livretos “A Igreja Verdadeira e a Igreja Falsa” (10/72), “O Segredo da Igreja Gloriosa”(10/73), “Paternidade” (9/75), o impactante “A Patrola de Deus” (2/76), de Bob Mumford, e “Procuram-se Sacerdotes” (3/76), de Derek Prince.


· A partir de 1979, junto com seus filhos Harold e Christopher, realizou seminários da Palavra, com duração média de 15 dias, em Rubiataba, GO, com participação de cerca de 50 pessoas de toda parte do Brasil, duas vezes por ano, até 1982.


· Baseadas nas palestras que ministrou nestes seminários e também em séries de estudos bíblicos na igreja em Rubiataba, várias séries de livretos e apostilas foram elaboradas: “A Restauração da Palavra”, “O Espírito da Palavra no Evangelho de Lucas”, “Visão Profética”, “Visão Panorâmica da Bíblia”, “Um Estudo Microscópico de Efésios”, “As Sete Alianças” e “As Nove Divisões da Bíblia”. Posteriormente, com a ajuda de Elenir Eller Cordeiro e Harold Walker, foram publicados os livros “Sete Princípios para a Formação da Família Cristã”, “A Igreja do Século XX – a História que não foi Contada” e “Minha Jornada Espiritual” (uma pequena autobiografia que ressalta os principais eventos espirituais de sua vida).


· Mudou-se para Jundiaí, SP, em 1986, acompanhado por Harold e família.


· Em 1987, surgiu a Escola Cristã de Jundiaí, inspirada no curso “Sete Princípios para Formação da Família Cristã”, ministrado para casais da comunidade. É uma escola de ensino pré-escolar e fundamental, baseado em princípios cristãos de formação de caráter, que existe até hoje.


· Em 1994, voltou a morar em Rubiataba, GO, por um ano e meio.


· Em 30 de outubro de 1995, mudou-se novamente para Jundiaí, SP.


· No último dia de 1998, foi convidado por José Carlos Marion e Paulo Manzini, pastores da comunidade CCC em Jundiaí, para ministrar a Palavra, todos os domingos, sobre Romanos 7 e 8, por quase um semestre.


· De 1999 a 2003, ministrou a Palavra em vários seminários na região de Campinas, SP, e num centro da Palavra em Monte Mor, pequena cidade do interior de SP.


· Em 14 de janeiro de 2007, ele e sua esposa Ruth receberam a destra da comunhão e foram abençoados pela congregação CCC, através dos pastores José Carlos Marion e Paulo Manzini.











Resumo de suas palavras no culto de 14 de janeiro de 2007, no CCC, Jundiaí, SP:





“Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida. Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos” (2 Co 1.8,9).





Essa “sentença de morte” que Paulo menciona na passagem acima é o meu testemunho. Embora eu tenha perdido quase tudo nesses últimos anos, duas coisas ainda permanecem bem fortes em minha vida.


A primeira é o peso (encargo, tristeza) de Deus pelo mundo. Tenho sentido esse peso desde menino; ele nunca me deixou, aonde quer que eu vá, todos os dias da minha vida. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito...” (Jo 3.16).


A segunda é a convicção de que relacionamento é o principal fator no plano de Deus para o homem. O relacionamento entre o Pai e o Filho é a terceira pessoa da Trindade que se chama o Espírito Santo, o Espírito da verdade, o Consolador. Devemos entender que é de suma importância cultivar intimidade com essa terceira Pessoa que está conosco e em nós. Por meio desse relacionamento, obteremos amizade com Deus, unidade e amor com nossos irmãos e irmãs no Corpo de Cristo e, assim, revelaremos Cristo ao mundo, pelo qual Deus deu tudo, seu próprio Filho.








Alguns depoimentos de pessoas que o conheciam:





Cremos que a chama que o Senhor acendeu no coração de John Walker está hoje queimando em muitos corações. Ele influenciou milhares de milhares, e só Deus sabe até onde chegou o grito do seu coração de ver a igreja verdadeira sem mancha ou coisa semelhante se levantar. Apesar do pouco contato pessoal, ele e seus filhos foram usados para também acender esta chama em mim, e ela está queimando cada vez mais.


Ralf Fels- Rio de Janeiro/RJ.




...o melhor de tudo é ter nascido para conhecer alguém e conviver com ele que amou tanto que fez o seu maior sacrifício em vida! Deixou a sua vida em busca de um grande e expressivo amor pelo Senhor. Distribuiu, assim, a vida de Cristo a todos que o viram e ouviram, através de um estudo, de um toque, de palavras de sabedoria e vida, longe ou perto; foram abertos os olhos e desvendados muitos mistérios. Assim foi comigo e com todos que passaram por ele, e muito mais ainda será desvendado através do testemunho de vida que ficou! Deus mudou a minha história com ELE (Cristo), através da vida DELE que habitava no meu irmão João!


Vânia – Palmas/TO




É por causa da vida que John Walker teve com Deus que eu e muitos outros ficamos com o nosso coração ardendo pela igreja, sua restauração e o levantar de um povo que manifeste Jesus.


Raquel – Botucatu/SP





Um grande homem nos visitou. E, como quase sempre, não gozou da compreensão devida à sua convicção, profunda e honesta, sobre as questões fundamentais da nossa existência. Mas certamente Deus o honrou e recebeu no seu seio. Desde cedo se posicionou com coragem, incomodando o status quo (as pessoas não gostam de ser incomodadas). Nas suas próprias palavras: “Será que nós, um dia, compreenderemos perfeitamente o que significa comunhão do ponto de vista de Deus?”.


Sérgio Ramirez – Santa Bárbara D’Oeste/SP





Fico muito triste ao ouvir a notícia de que nosso irmão John Walker não está mais conosco, o qual, pelo reino de seu Mestre, serviu fielmente ao longo de toda sua vida. O irmão John é, de fato, como Davi que, "tendo servido à sua própria geração conforme o desígnio de Deus, adormeceu" (At 13.36).


Christian Chen – Nova York/EUA





Embora não o tenha conhecido muito bem, as marcas da intensa fé de John Walker estão gravadas em meu coração e me ajudaram a construir as bases daquilo que creio. Sei que sua insatisfação com o sistema e sua busca pelos valores do Reino ecoarão em muitas vidas e por incontáveis anos.


Pr Mateus F. de Campos – Americana/SP







Revista Impacto

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Grupo Expressão de Louvor

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Compaixão

Para Refletir...

Compaixão


"Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me" (Mateus 25:34-36).

"Eu estava com fome e você criou uma organização para discutir o problema de minha fome. Eu estava encarcerado e você saiu mansamente para a sua capela, para orar por minha libertação. Eu estava despido e você, debateu em sua mente a moralidade de minha aparência. Eu estava enfermo e você se ajoelhou agradecendo a Deus por sua saúde. Eu estava sem casa para morar e você pregou para mim sobre o abrigo espiritual do amor de Deus. Eu estava só e você me deixou sozinho, indo orar por mim. Você parece tão santo; tão perto de Deus. Mas eu estou ainda muito faminto, só e com frio. Para onde foram as suas orações? O que elas fizeram? Qual o valor de um caderno repleto de motivos de oração quando o resto do mundo clama por ajuda? (Charles R. Swindoll)

Que tipo de cristãos temos sido? Temos nos esforçado para glorificar a Deus em todas as nossas atitudes ou temos nos preocupado apenas em manter uma aparência externa de santidade? Temos nos preocupado em mostrar aos outros que somos uma bênção diante de Deus ou procurado ser uma bênção diante de Deus para os outros?

De que adianta eu apenas orar pelos que têm fome sem buscar uma forma de alimentá-los? De que serve a minha oração pelos que não têm o que vestir se eu não propuser em meu coração conseguir-lhes vestimentas? Teria algum valor a minha oração pelos que se sentem rejeitados e abandonados sem que lhes demonstre claramente o meu amor e solidariedade?

A oração que faço pelos necessitados é muito importante, mas Deus espera muito mais de mim do que apenas orar por eles. Ele espera que a luz de Cristo brilhe em minhas atitudes e todos eles, através de mim, sejam abençoados.

Fonte: Ministério Para Refletir
Viva a vida com Jesus. Abração.
Luiz Claudio (Ministério Somos Um)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Eliza Walker e Eliana Walker no RIO DE JANEIRO

Do CPP (Curso de Preparação Profética), Monte Mor-SP para o povo de Deus no Rio de Janeiro.

Venha estar conosco nos dias 23, 24 e 25 de outubro. Você líder, você jovem, você Corpo de Cristo, independente de sua denominação, linha teológica, posição ministerial, classe social ou nível de escolaridade.

Local: Lugar de Reunião da Comunidade Evangélica Ministério Somos Um. Estrada Sargento Miguel Filho, 199 – CETIVA – Vila Kennedy – Bangu – RJ.

Programação: • Dia 23/10 (sexta-feira) às 19:30 h. abertura- Para todos.
• Dia 24/10 (sábado) às 09:00 h. – para LÍDERES, e às 18:00 h. – para JOVENS.
• Dia 25/10 (domingo) às 09:00 e 19:00 h. para TODOS – entrada franca. (VAGAS LIMITADAS).

Preencha a ficha de inscrição, da seguite forma:
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Message : coloque O DIA QUE VOCÊ DESEJA PARTICIPAR
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

É de arrepiar!!!

É de arrepiar!!! Salmo 100 : 4 (Para os que não crêem, é uma excelente história)‏

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.

O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.

Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.

Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.

Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s... Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.

Certamente ele ainda estava na pizzaria.

Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.

A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.

As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.

Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.

Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.

Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.

Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu 'salvador' entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.

Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.

Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.

O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.

Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado. Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.

Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunica-lo.

Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.

Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.

Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.

Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito 'Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila '

Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.

Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.

"Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome".Salmos 100:4

Enviado por Leonor Gorban - TV Globo

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Uma Igreja Gloriosa – Como? por Eliza Walker

“...para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5.27).

Uma geração terá o privilégio de testemunhar a manifestação plena dessa igreja e, como conseqüência, presenciará a volta de Jesus para sua Noiva!

Imagine só! Este será o maior acontecimento de toda a história: a volta de Cristo. Um dia, em meio às atividades rotineiras “normais”, sentiremos algo forte, palpitações talvez; a sensação de ser um dia diferente dos demais. Todo o universo estremecerá, a natureza estará mais agitada, os astros sem lugar no céu; um fenômeno aparentemente natural – um relâmpago cortando o céu de uma extremidade à outra – revelará o momento mais esperado pelo povo de Deus: a volta do Rei!

Podemos ter várias interpretações escatológicas desse momento ou dos anos que o antecedem, mas uma coisa está muito clara na Bíblia: Jesus virá para uma igreja santa. Pode parecer uma afirmação simples ou óbvia, mas, para a maior parte das pessoas (e até dos cristãos), soa mais como utopia. Você consegue visualizar um povo santo em pleno século 21? Com tantas ofertas de Satanás, os avanços do pecado têm-se revelado desastrosos. Contudo, assim como a volta de Jesus é uma verdade inexorável, o levantamento dessa igreja santa igualmente o é. Vai acontecer; já está determinado.

Sempre me pergunto: como? De que forma Deus executará essa tarefa aparentemente impossível?

A Chave é o Amor – de Quem?

Em primeiro lugar, devemos pensar sobre o significado de ser santo. Santidade implica no cumprimento de todos os mandamentos deixados por Deus. E Jesus resume os mandamentos em dois: amar a Deus de todo coração e ao próximo como a si mesmo. Esses dois mandamentos sustentam a lei e os profetas (Mt 22.34-38).

Concluímos, portanto, que ser santo é amar a Deus, pois o amor ao próximo surge como conseqüência. Quando perguntaram a Agostinho qual seria o segredo da vida cristã, ele respondeu: “Ama a Deus e faze o que quiseres”.

Podemos pensar, então, que a chave para levantar uma geração forte, sem pecado, é o amor por Deus, certo? Errado! Existe um triste fato intrínseco a nós, homens, que torna impossível que isso aconteça: não conseguimos amar a Deus. Somos obcecados por outro amor, pela paixão por nós mesmos; não temos olhos para outra pessoa.

Já que nos conhece por completo, Deus não deposita esperanças em nosso amor por ele. Isso não significa, porém, que nunca se levantará uma igreja santa. A verdade é que a chave é o amor de Deus por nós e não o nosso por ele. Eis a diferença.

Liberdade de Escolha – e Conseqüências

A Bíblia está repleta de demonstrações desse amor, mas a passagem que mais me tem chamado a atenção, nestes dias, é a parábola do filho pródigo (Lc 15.11-32). Jesus conta a história de um pai que tinha dois filhos. Certo dia, o mais novo pede ao pai a sua parte da herança. Foi uma atitude tão mesquinha que beirava a crueldade, pois pedir ao pai a sua parte da herança é o mesmo que lhe declarar que já morreu; um comportamento de total independência.

O pai não hesita nem pergunta, simplesmente dá ao filho o que lhe foi pedido, e este – como bem sabemos – parte para longe e gasta os seus bens vivendo dissolutamente. A atitude do pai é surpreendente. Qualquer um de nós se sentiria ofendido e relutaria em dar a metade dos bens a um filho desmiolado. E ainda que não fosse por dó de perder as posses, seria por superproteção a um filho ainda despreparado para a vida. Esse pai da parábola, porém, não fez nada disso. Não tentou segurar seu patrimônio nem superproteger o filho...

Isso me lembra muito a atitude de Deus no Éden.

Quando criou o homem, Deus lhe deu uma escolha. Ele bem que poderia ter poupado a humanidade dessa escolha, mas não o fez. Não protegeu Adão (ou nenhum de nós) de tomar o caminho errado. Por outro lado, assim como o pai do filho pródigo, Deus sofreu junto com o homem o resultado da escolha errada. Metade dos bens daquele pai foi desperdiçada; para Deus, pior do que um patrimônio jogado fora foi ver o homem que criou com a finalidade de formar sua Noiva, sua cara-metade, parte de si mesmo, afastar-se para longe. Não existe superproteção nem falta de liberdade; o fato real é que o mesmo Deus que concede a liberdade arca com o prejuízo depois.

A Motivação para Voltar

Na seqüência da parábola, depois de partir para longe e desperdiçar seus bens, aquele filho sente a necessidade chegar. E a fome vem de tal forma que ele cai em si: “até um dos empregados de meu pai tem fartura de pão...”. Finalmente, o filho resolve voltar e humilhar-se, disposto a reconhecer seu erro diante do pai e a submeter-se às conseqüências.

Veja como até o voltar do filho pródigo não atende às exigências do juízo humano. Aos nossos olhos, o caminho de volta deve ser motivado pela saudade e pelo amor de quem errou, pelo arrependimento dos erros cometidos, pela percepção do mal causado ao ofendido. Aí, sim, a pessoa pode ser digna de nosso perdão. Contudo, o pródigo não caiu em si por causa de seus erros – novamente, trata-se de uma atitude é egoísta, pois a fome bateu, ele estava numa fria, no fundo do poço, e não lhe restou outra saída. Ele não voltou por estar cheio de boas intenções ou com saudade do pai, mas por ser um tremendo cara-de-pau!

Eis um perfeito retrato de todos nós. Nossas motivações são sempre egoístas. Caminhamos em direção a Deus como esse filho “arrependido” somente quando não nos resta outra opção viável. Usamos até a expressão: “Agora é só por Deus mesmo...”.

Deus sabe que somos assim. Não espera de nós mais do que isso. O amor de Deus não tem “dignidade” (é humilhante para Deus amar-nos dessa forma).

Um dos últimos diálogos entre Jesus e Pedro (Jo 21.15-17), no original, ficaria assim:

– Simão, você me ama mais do que esses outros me amam?

– Sim, Senhor, você sabe que eu gosto de você.

– Simão, você me ama?

– Sim, Senhor, você sabe que eu gosto de você.

– Simão, você gosta de mim?

– Senhor, você sabe de tudo, sabe que eu gosto de você.

Não amamos o Senhor com o amor que ele merece. Mas, “se somos sinceros o suficiente para admitir nosso amor imperfeito, Deus é poderoso o suficiente para tornar nosso amor imperfeito em amor perfeito para ele” (Mateus Ferraz).

Deus não espera que caminhemos em direção a ele, desejando a sua pessoa, sentindo saudade dele, não querendo suas mãos e sim sua face – pois não temos tal capacidade. Toda imaginação do coração humano é CONTINUAMENTE má! Não é sem razão que o filho mais velho resmunga, pois o cara-de-pau do irmão não merecia uma segunda chance. Nenhum de nós merecia, mas o amor de Deus é ilógico, um amor que não depende de ser correspondido, não depende de nada.

O Amor que Gera Amor

O pai confia tanto no amor que abre mão do controle. O amor assume riscos e, sem pensar duas vezes, ouvir as justificativas nem se garantir de nada, o pai recebe o filho de volta – com honra. Que loucura! Um amor que chega a ser insano. O escândalo do amor de Deus não pode ser entendido pela mente racional; só pode ser recebido em nosso espírito.

O filho está de volta. Tudo o que antes lhe pertencia por direito agora lhe é entregue, não mais por direito, mas por graça. Por essa, ele não esperava... É constrangedor estar diante de tamanha graça. E esse retorno inclui também a morte de um animal: “...e trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos”. Sangue é derramado.

O filho mais velho, aborrecido com a festa dada ao irmão dissoluto, nunca conheceu a vergonha de estar perdido, mas também nunca desfrutou do sangue da redenção: “Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos”. A porta de entrada da graça é o sangue. Não se pode conhecer a graça sem antes reconhecer a profundidade da iniqüidade.

Um amor como esse gera uma resposta, pois, ao encontrar o perdão incondicional, não tem como não levar uma vida de santidade. É impossível imaginar aquele filho partindo de novo, mesmo sendo totalmente livre para fazê-lo. Ele conheceu o pai (uma pessoa apaixonante), e o foco de seus olhos deixou de estar em si mesmo ou nos bens do pai. Aquela imagem (seu pai de braços abertos) jamais lhe sairá da mente! Agora, sim, ele conhece o pai.

Saindo da parábola e voltando à vida real, uma mulher foi pega em adultério (Jo 8.4). Uma vergonha! Levaram-na até Jesus, e sabemos bem o que ele disse aos acusadores. Todos ficaram constrangidos. Entretanto, o que mais me chama atenção é o que Jesus disse à mulher: “Vai, e não peques mais” (v.11). Como assim? Será que Jesus não conhecia suficientemente a natureza humana para entender a tendência natural daquela pobre mulher? Sim, ele conhecia – mas também conhecia a natureza do amor incondicional de Deus. Ele conhecia a força do perdão como fonte de uma vida santa. Aquela mulher estava de volta à casa do Pai; fora aceita por ele.

Deus sabe que, longe dele, no pecado, não há alegria; sabe também o que sofremos na ilusão do prazer. Por isso a única coisa que ele quer de nós é que recebamos o seu amor – sem cobranças, sem condições...

Que liberdade constrangedora! É esse evangelho que nos transforma, é esse Deus que devemos conhecer todos os dias... E isso é a vida eterna!

Uma igreja que não tem relacionamento com o Pai é como o filho mais velho, cheia de esforço e justiça própria – e pobre apesar de estar em meio à tanta fartura. No fim, ficamos ressentidos, vendo a “diversão” do mundo, e não nos tornamos ponte para o amor de Deus. Com isso, o mundo agoniza: por não conhecer esse amor que traz salvação e santidade.

Precisamos libertar-nos das amarras do legalismo. “Quem me ama guarda os meus mandamentos”, mas Deus não nos ama por sermos bonzinhos ou guardarmos seus mandamentos. Ele nos ama INCONDICIONALMENTE. Quando encontramos esse amor, inevitavelmente o amaremos também, o que nos levará a guardar seus mandamentos. Viveremos em santidade, sem dúvida, pois a fonte será o amor de Deus por nós.

Há quanto tempo você não ouve as boas novas do amor de Deus por você? Faz mais de 24 horas? E como você está sobrevivendo? O justo vive pela fé, e a fé vem pelo ouvir. Não há um mês nem há dez anos – preciso ouvir hoje o meu Pai dizendo-me que me ama do jeito que sou (que escândalo), pois só assim poderei amá-lo também e ter uma vida livre do pecado.

Matéria da Revista Impacto.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Grupo Expressão de Louvor

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O Orgulho Nos Derrota

Para Refletir...

"nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo" (Filipenses 2:3).

Dois gansos, ao iniciar sua migração anual de outono, encontraram uma rã que pediu que a levassem com eles para o sul. Os gansos, desejando atender a vontade da rã, pediram que ela arrumasse uma forma de ser conduzida por eles. A rã apresentou um talo longo de grama e os dois gansos o tomaram, cada um em uma ponta, enquanto a rã o agarrava, no centro, com sua boca. Dessa forma, os três seguiram viagem, com sucesso, em direção ao sul. Alguns homens, que se encontravam trabalhando em terra, notaram o fato e, com admiração, comentaram ruidosamente: "Quem teria imaginado algo tão inteligente?" A rã, cheia de vanglória, abriu a boca para dizer que havia sido ela, mas, logo que soltou o talo, caiu e se fez em pedaços, ao bater violentamente no solo. (J. Gilmour)

A vaidade tem sido a causa de muitas de nossas decepções. Cremos que somos melhores, mais competentes e superiores àqueles que estão ao nosso redor. Achamos defeito em tudo e em todos, concluindo, logo a seguir, que poderíamos fazer o mesmo de maneira muito melhor.

Quando somos humildes em nossas atitudes, os aplausos e elogios nos enchem de felicidade. Quando somos arrogantes e orgulhosos, muitas vezes os aplausos não aparecem e mergulhamos em profunda decepção e angústia. É melhor não esperar nada e receber tudo do que esperar tudo e não receber nada.

De que vale o orgulho? Se agimos com amor, ele vem de nosso Deus. Se a nossa vida brilha, a luz vem do alto, do nosso Pai celestial. Se as nossas palavras impressionam, toda a sabedoria vem de Cristo, que no-la deu graciosamente.

A vaidade pode nos levar à morte espiritual; a humildade nos conduz a Cristo e à vitória.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Fé, a melhor medicina que existe

Quem nunca ouviu falar que a fé foi o remédio para a cura de diversas pessoas? A influência da fé na cura das mais variadas doenças é uma realidade entre médicos de todo mundo, e agora é confirmada através de estudos do Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick.


Nesse estudo com 455 idosos internados, o médico americano Harold Koenig e sua equipe concluíram que pacientes que confiam em Deus controlam indiretamente suas doenças ao exercer uma oração. Eles acreditam que Deus está cuidando pessoalmente deles nas lutas. Isso os protege do isolamento psicológico que domina a maioria dos doentes.

Koenig observou que a média de internação dos que frequentavam a igreja mais de uma vez por semana era quatro dias. Já os que iam raramente ou nunca, chegavam a passar até 12 dias hospitalizados.

Em outra pesquisa, realizada pela Faculdade de Medicina de Dartinouth, chegou-se a mesma conclusão, a probabilidade de pacientes cardíacos morrerem após a cirurgia era 14 vezes maior entre os que se declaravam não praticantes de alguma crença. Em seis meses, 21 morreram. Já todos os 37 que se declararam ativos tiveram alta.

O médico Herbert Benson, da Faculdade de Medicina de Harvard, afirma que o estresse é responsável por pelo menos 60% das doenças que atingem o homem moderno. Além disso, faz o organismo produzir o agente inflamatório interleucina-6, que está associado a infecções crônicas, diabetes, câncer e doenças cardiovasculares.

Segundo ele a oração continuada desacelera os batimentos cardíacos, o ritmo de respiração, baixa a pressão sanguinea e reduz a velocidade das ondas cerebrais, melhorando a condição física. Ele comprovou que pessoas que raramente iam à igreja tinham altos níveis de interleucina-6 no sangue, enquanto nos frequentadores mais assíduos esses índices eram significativamente mais baixos.

Fonte: Diário de SP/Gospel +

O discípulo de Cristo deve tomar a sua cruz

"Então Jesus disse aos seus discípulos: ‘Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me’."
Mateus 16.24

O discípulo de Cristo deve tomar a sua cruz. Se quisermos ser mais parecidos com Jesus, devemos andar como ele andou, e isso inclui o “carregar a nossa cruz”. No entanto, essa não é a orientação mais difícil de seguir. Nós, cristãos, ouvimos diversas vezes que no mundo teremos aflições, mas que podemos ter bom ânimo. Mas negar a nós mesmos é muito mais difícil. Deixar de lado nossa própria vontade, nossa forma de agir e reagir, e aceitar viver a vida que Deus tem para nós, carregando, a cada dia, a nossa cruz, não é nada simples. Mas é um passo de fé, que pode ser dado hoje.
Na China, o pastor Hua Huiqi foi atacado por agentes do distrito de Fengtai, em Pequim. Depois de saber sobre um incidente envolvendo sua igreja, o pastor Hua Huiqi voltava para casa quando cinco oficiais do PSB cercaram seu apartamento. Ele foi levado para um local desconhecido e continua desaparecido. Ore por ele e por sua família.
Na Colômbia, Rafael Velasquez, pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular foi assassinado em sua casa por três homens com capuzes, no dia 6 de setembro. O pastor foi baleado na frente de sua esposa e de seis membros de sua igreja, e morreu na hora. Lembre-se dessa família e dessa igreja em suas orações.
Na Inglaterra, a enfermeira Shirley Chaplin foi proibida de usar um pingente de crucifixo juntamente com seu uniforme, sob o pretexto de colocar em risco a saúde e a segurança dos pacientes. Ela trabalha no local há mais de 30 anos, mas corre o risco de sofrer uma ação disciplinar se não obedecer as orientações dos diretores do hospital.
Faça como nossos irmãos que pagam um alto preço, não em nome de uma religião, mas por amarem a Jesus acima de todas as coisas. Separe um tempo todos os dias e interceda por esses cristãos que negam muitas coisas, mas decidem não negar Jesus.
Que Deus abençoe sua semana,
Deborah Stafussi

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Grupo Expressão de Louvor

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Ministros de louvor terão que pagar para tocar ou a igreja será multada

É isso mesmo o título da matéria não está errado, de acordo com a autarquia federal "Ordem dos Músicos do Brasil" (OMB), quem não possuir uma "carteirinha" de músico pela ordem terá que pagar uma multa, isso incluí bandas que se apresentam em shows, cantores e até levitas, então você que está inserido no louvor de sua igreja local se não possuir a "carterinha" será multado, quer dizer, você não, mas a igreja na qual você pertence sim!

Este absurdo é graças a enferrujada Lei 3.857, de 22 de dezembro de 1960, que regula a atividade de músico, exigindo que só pode exercer a profissão quem estiver registrado na OMB.

Até ai tudo bem, o problema é que este registro custa R$215,00 e após o seu ingresso na entidade o músico terá que pagar uma taxa anual de R$100,00, para manter a "carterinha". Outro detalhe de relevância é a criação da Delegacia Musical Cristã, que foi inaugurada em março de 2009, e tem como objetivo fiscalizar as igrejas para enquadrar quem não apresentar está licença, serviço que já ocorreu na sede da Bola de Neve Church em São Paulo, onde a igreja foi multada pelos seus músicos não possuírem o documento da OMB. A igreja através de seus advogados foi obrigada a entrar com um mandado de segurança para evitar o pagamento desta multa. A liminar foi deferida, suspendendo o auto de infração e impedindo, até o julgamento do mérito, que a autarquia tome qualquer atitude coercitiva em face da igreja e músicos que tocam em seus cultos.

"A petição teve vários embasamentos legais, como a liberdade constitucional de culto e a voluntariedade dos músicos da igreja, entre outros", informou a advogada Taís Piccinini, responsável pela ação em entrevista para a matéria também sobre este mesmo assunto no portal Cristianismo Hoje. "O que acontece na igreja não é e nunca foi um show, mas culto a Deus, onde o amor e dedicação são os únicos incentivos para o trabalho no templo." declara.

Uma esperança contra está autarquia, é a PL 223/09 do nobre Deputado Giannazi (PSOL), que pretende garantir o livre exercício da atividade de músico.

Fonte: O Verbo / Gospel+

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Vamos interceder pelos cristãos indianos

"Nós, porém, [...], sejamos sóbrios, vestindo a couraça da fé e do amor e o capacete da esperança da salvação."
1 Tessalonicenses 5.8

Nenhum soldado entra em uma batalha desarmado, sem nenhuma proteção. Nós, que somos parte do exército de Deus, também devemos nos preparar para enfrentar qualquer tipo de situação e adversidade. Mas, como está escrito em Efésios, nossa luta não é contra a carne, portanto, nossas armas também não são carnais. O que, então, devemos usar? Devemos nos proteger com a fé em Jesus, sendo nossa ferramenta de ataque o amor, e proteger nossa mente com a esperança. A esperança de vermos cumprida em nós a salvação eterna de nosso Senhor. Vamos orar para que nossos irmãos lá de longe ou aqui de perto sejam revestidos com essa armadura poderosa!
Em Gaza, as escolas públicas impuseram um novo código de vestimenta para as alunas, baseado na sharia (lei islâmica). As meninas e jovens que voltaram às aulas souberam que agora devem usar jilbab, túnicas tradicionais islâmicas de manga comprida, e cobrir o cabelo, ou não poderiam entrar nas salas de aula.
Na Etiópia, os cristãos da igreja Kale Hiwot têm sofrido com diversas injustiças cometidas pelas autoridades. Em março, a igreja recebeu uma ordem de demolição. Depois, encontrou muitas dificuldades para conseguir um novo local de culto. Agora, a prefeitura pede que o terreno seja devolvido para o proprietário original. Ore para que esses cristãos ganhem o processo, e possam cultuar ao Senhor em segurança.
Na Índia, extremistas hindus atacaram os cristãos que permaneciam em um campo de refugiados na vila de Bodimunda. Embora o ataque tenha sido interrompido pela polícia, os cristãos temem novos crimes e estão fugindo do local. Ore para que a situação seja estabilizada.
A campanha em favor dos cristãos de Orissa continua. Acesse a página especial e saiba como ajudar nossos irmãos. Participe também da campanha de oração que se iniciou domingo, 6 de setembro, e vai até sábado, dia 12. Vamos juntos interceder pelos cristãos indianos.
Deus te abençoe e te guarde,
Deborah Stafussi

sábado, 5 de setembro de 2009

A tribulação é momentânea

"Pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles."
2 Coríntios 4.17

Como as palavras de Paulo trazem consolo para nossa vida! É maravilhoso saber que tudo o que vivemos aqui, não importa a intensidade ou a dificuldade, é apenas uma tribulação leve e momentânea, que produz em nós a glória de Cristo. Convido você a orar por aqueles irmãos que talvez nunca tenham lido esse trecho da Bíblia por não possuírem uma. Que eles sintam que a glória que virá tem muito mais peso em suas vidas do que o sofrimento que enfrentam agora.
No Vietnã, as autoridades voltaram atrás na permissão que haviam dado para que as igrejas se registrassem. Policiais invadiram uma reunião e um deles gritou: "Se eu encontrar vocês reunidos aqui no próximo domingo, irei matá-los como faria com um cachorro!". Ore por esses irmãos, para que estejam em segurança e para que as leis de liberdade religiosa sejam praticadas.

No México, mais de 50 cristãos evangélicos foram expulsos de sua comunidade por se recusarem a participar de rituais tradicionalistas. Muitos deles ainda aguardam uma nova moradia e nova forma de sustento.
Na sexta-feira, 28 de agosto, a Missão Portas Abertas recebeu a visita do pastor Charles, do Congo, que enfrentou a perseguição e a violência por amor a Cristo. O secretário geral escreveu em nosso blog sobre o impacto causado por essa pregação. Acesse e comente.
Lembre-se sempre de nossos irmãos em suas orações. Fazemos parte de uma mesma família, e devemos ajudar uns aos outros em oração.
Deus te abençoe,
Deborah Stafussi